Só no campo podemos resistir a agenda que transforma por completo os humanos em produtos para as corporações

Sinto muito, mas se vocês ainda pensam que podem viver nas cidades durante a próxima década, ainda mais sem ser subordinado pelas Cidades Inteligentes, Internet das Coisas, Internet dos Humanos, a Quarta Revolução Industrial e a tecnocracia, você ainda não entendeu verdadeiramente as agendas que enfrentamos.

Nota: Tradução livre e adaptação por Eurico Vianna, PhD. Artigo original por Derrick Broze no canal do Telegram Notícias Diárias por Derrick Broze. Alterações e/ou contextualizações entre [].

O plano para a década de 2020-2030 é conhecido pela ONU, o Fórum Econômico Mundial, suas organizações parceiras [maioria corporações] e governos [já aparelhados] como “A Década da Transformação”. Eles usaram o COVID-19 como uma desculpa para acelerar sua pressão na direção de um controle tecnocrático totalitário, de cima para baixo e isso é só o começo. 

As cidades vão (e em alguns casos já são) ser lugares sem nenhuma privacidade, sem individualidade e onde os escores de crédito social determinarão seu nível de acesso aos serviços sociais, “privilégios” como viagens e as poucas alternativas fora do enquadramento das Cidades Inteligentes. 

Protestos, marchas, manifestações, ações judiciais e comboios pela liberdade tem o potencial de inspirar, oferecer esperança e estabelecer relacionamentos comunais mais fortes, mas não vão parar essa agenda massiva. 

Segundo, quando falo sobre Saia e Construa, escolha não participar, etc. isso não sobre “ir viver no mato” ou algo parecido. Claro, alguns de nós estão procurando terra para estabelecer comunidades intencionais como modelo para outros, mas muitos estão comprando terra para que possam ter liberdade para produzir o próprio alimento, armazenar recursos, ter privacidade, adquirir outras habilidades, etc.

Entretanto, embora você fique na zona peri-urbana, perto das cidades ou no campo, o objetivo do Saia e Construa é optar por sair dos sistemas que serão usados para te escravizar. Estes são os sistemas que nós já vemos sendo usados contra nós durante a era COVID1984.

Eles incluem:

  • contas bancárias
  • seguridade social e estado do bem estar social
  • empregos ‘tradicionais’ (ter um patrão)
  • sistema público escolar 
  • a indústria do entretenimento (quadras esportivas, etc.)

Agora, muitos de vocês viram os exemplos nos últimos 2 anos, mesmo assim vocês ainda parecem determinados a se apegar ao seu estilo de vida pregresso [à pandemia]. Talvez o COVID1984 não tenha afetado vocês verdadeiramente. Mas vocês estão apenas há dois anos rumo a essa década de transformação. Nós não vimos nada ainda.

Não estou aqui para dizer para vocês qual o tipo de estilo de vida vocês devem viver, mas estou aqui para avisá-los que se continuarem a fazer de conta que essas [transformações que centralizam poder, renda e território] não estão acontecendo e presumindo que podem viver suas velhas vidas normais sem ser afetados, vocês terão tempos difíceis enquanto essa agenda [do FEM] avança.

A resposta, quer você viva na cidade, na zona peri-urbana ou no campo, é cortar quantos laços sejam possíveis com esse sistema podre. Quanto menos dependente você estiver deste sistema, melhor você e sua família estarão.

Se você escolher ficar nas cidades e no “mundo convencional”, se prepare para o aperto nos próximos anos.

O Controle da Elite Financeira, a escassez energética e as soluções locais como providência

A maioria dos conflitos geopolíticos, problemas ecológicos e sociais atuais surge da gestão reducionista dos recursos e da escassez energética da matriz fóssil que embasa praticamente toda a atividade econômica no modelo corrente. O desespero e a dor das pessoas que entendem essa dinâmica vem da crença de que os sistemas e soluções que centralizam a renda, o poder, a tomada de decisão (sem representatividade) e o território seguirão linearmente inabalados. Mas o declínio energético que vivemos provavelmente renderá um futuro muito mais regional, plural e descentralizado para a humanidade.

Depois de assistir/ouvir as curadorias de notícias sobre o colapso energético, ecológico e econômico que vivemos e que lançaram o curso Como se Preparar Para o Colapso um participante do canal do Podcast Impacto Positivo no Telegram fez duas perguntas pertinentes em relação ao conjunto de crenças e abordagens que guiam a maneira como uns acirram o colapso enquanto outros se preparam para ele. (Links para as curadorias aqui, aqui e aqui)

A primeira pergunta é se acredito “que a natureza descentralizada e caráter autônomo, sustentável e permanente das propriedades e comunidades que enxergo para o futuro e que chamo de Santuários de Sanidade Mental e Ecológica serão  suficientemente eficientes para resistir às investidas do governo e da massa que o empodera?”.

Sobre a violência latente em sociedades que colapsam e possíveis ataques do estabelecimento contra as pessoas que buscam viver de maneira autônoma ele pergunta se devemos nos preocupar com essa possibilidade de boicote e violência ou se o estado global centralizado nunca terá a chance de alcançar eficiência suficiente para se preocupar com nossa existência em suas margens.

As maneiras com as quais escolhemos viver o futuro de escassez energética que já se instala são tão diversas quanto a multiplicidade da mente humana. Desde pelo menos 13 mil anos atrás, a evolução da História da humanidade apresenta um mosaico concomitante de estágios de desenvolvimento das civilizações que vão desde caçadores e coletores até sociedades complexas. Nosso tempo, no entanto, concentra a maior quantidade de pessoas completamente incompetente para suprir suas necessidades mais básicas como moradia, alimentação, água, saúde e mobilidade sem o subsídio da matriz energética fóssil ou de camadas muito complexas de subsídios de serviços prestados por castas cada vez mais pobres dessa iteração de civilização.

De toda forma, eu trago uma resposta do escritor, produtor rural e ativista estadunidense Wendell Berry que é embasada em princípios ecológicos, de bem viver, escala apropriada e responsabilidade pessoal para os desafios que criamos e vivemos.

“Nós reconhecemos que os problemas são grandes, agora, onde está a grande solução? Quando perguntamos ‘qual a grande solução?’, estamos incorrendo que podemos impor essa solução. Mas, para começar, esse é o problema que vivemos. Nós tentamos impor soluções. As soluções não virão da atitude de entrar na fazenda dizendo ‘é isso que quero, é isso que espero de você!’ Você acorda e diz ‘o que você precisa?’. E se compromete consigo mesmo a dizer: ‘certo, não vou causar danos grandes aqui até que eu saiba o que é que você está me pedindo’. E isso não pode ser apressado. Essa é a situação medonha em que os jovens se encontram e eu penso neles e digo: ‘a situação na qual você se encontra é uma que exige muita paciência e paciência em uma emergência é uma prova terrível.”

“Eu digo para as pessoas jovens: ‘não entre nisso com a ideia de que você vai resolver todos os problemas, nem mesmo no tempo de sua vida. O importante é aprender tudo que puder onde você está. E se você vai trabalhar lá, se torna ainda mais importante que você aprenda tudo sobre aquele lugar, que você assuma as causas desse lugar para si, então, se renunciando, se tornando paciente o suficiente para trabalhar com ele por um longo tempo. Aí o que você faz é aumentar a possibilidade de se tornar um bom exemplo e o que estamos buscando nessa situação são bons exemplos. … Nós não temos o direito de questionar se temos tempo para mudar as coisas. O que precisamos fazer é perguntar qual a coisa certa a ser feita e seguir fazendo sem pensar no amanhã (Wendell Berry ).”

Berry aponta para um erro muito comum do nosso tempo: tentar resolver os problemas que criamos com soluções impostas, centralizadas e fora de escala. Uma boa vida, segundo ele, inclui uma agricultura sustentável, tecnologias apropriadas, comunidades rurais saudáveis, pertença, os prazeres da boa comida, integração animal, bom trabalho, economia local, o milagre da vida, fidelidade, frugalidade, reverência e a interconectividade da vida. Como na tradição de O Pequeno é Lindo ( https://en.wikipedia.org/wiki/Small_Is_Beautiful ), de Ernst Friedrich Schumacher, esse bem viver à serviço da comunidade que integramos e do território que habitamos se torna uma providência e uma ética. Providência porque com esses princípios passamos a viver de forma energeticamente superavitária e com isso podemos regenerar o tecido social, a biodiversidade, a economia local e o território. Ética porque ao estabelecer princípios, pertença e funções claras para o nosso viver, permite que cada pessoa ou grupo ocupando seu território possa chegar as soluções ou abordagens que melhor lhes cabe.

Outros pensadores, de uma forma ou de outra, nos alertam sobre a importância de um viver que cria providência frente à escassez energética já instalada.

O Dr. Joseph Tainter, antropólogo que escreveu O Colapso de Civilizações Complexas, explica que na medida em que uma civilização se complexifica ela tem cada vez menos eficiência energética em sua agricultura e extração mineral, no processamento de informação, no controle sócio-político e na produtividade econômica. Tainter nomeou essa relação inversa entre complexidade e energia retornada na energia de investida (EROI – Energy Returned on Energy Invested) como a Lei dos Rendimentos Decrescentes. Tainter não está sozinho quando afirma que o modelo de civilização global que criamos está sujeito a muitos dos mesmos estresses que levaram sociedades mais antigas à ruína.

Mas à partir dos princípios de Berry que criam uma vida boa e aptidão para a escassez energética enquanto permitem brotar soluções locais apropriadas para cada contexto, eu passo para Tainter por uma razão específica – eu não acredito que a elite financeira consiga concentrar energia suficiente para controlar uma população cada vez mais espremida, injustiçada e revoltada. É fato que o conluio das grandes corporações com as agências de inteligência, complexos militares e mídia corporativa tem investido bilhões para censurar toda dissidência e criar uma narrativa única alienante onde a maioria das pessoas se satisfaz em trocar sua autonomia por comodidades. Mas enquanto escrevo esse artigo recebo notícias de que as pessoas em Xangai, na China, estão se revoltando contra as políticas extremas de confinamento nas ruas e saqueando supermercados. Falamos, talvez, da população com maior índice de conformidade com as leis impostas pelo governo se rebelando nas ruas.

Talvez essas sejam as maiores fraquezas da agenda da elite financeira: 1- menosprezar a capacidade das pessoas de transcender condicionamentos alienantes em momentos agudos de crise para retomarem seu poder, autonomia e liberdades e 2- acreditar que pode controlar um número suficiente de pessoas a ponto de conseguir assegurar a base energética necessária para seguir impondo controle a toda população infinitamente.

Nesse sentido acredito que a visão de James Howard Kunstler é importante para conseguirmos ampliar a visão dos futuros possíveis e entender que a continuidade dos sistemas e soluções que centralizam poder é improvável frente à escassez energética que eles mesmos geraram.

“Uma coisa você precisa saber: nós não estamos entrando na esperada anti-utopia robótica do controle por créditos sociais, da gestão por códigos QR, do Fórum Econômico Mundial transumanista de Klaus Schwab. Estamos, ao invés, desviando dos trilhos para uma desordem política histórica épica, algo muito mais desconcertante do que o colapso nítido da década de 1860. Neste novo pandemônio, os melhores de nós se lembrarão do que há de melhor em nós: a liberdade, o estado de direito, a liberdade de expressão e de imprensa, a dignidade do trabalho, nosso senso de obrigação para com o bem comum e o decoro de dizer a verdade. Por enquanto, esforce-se para permanecer são contra todos os incentivos dos ímpios (James Howard Kunstler )“.

Quem realmente estamos censurando banindo o Telegram no país?

À pedido da PF, o ministro do STF Alexandre Moraes determinou a suspensão do app Telegram no país. A mídia corporativa correu com suas estratégias desonestas com manchetes do tipo “Para especialistas, bloqueio do Telegram não configura censura”, “Bloqueio do Telegram atinge grupo de hackers que atacaram Saúde” ou “Sem Telegram, Bolsonaro pode perder em divulgação e coordenação de estratégia nas redes, dizem especialistas”.

Qualquer pessoa que preza a liberdade de expressão e o direito de nos comunicarmos está indignada com a notícia. A mídia atesta que o Telegram falhou em não abrir as contas de pessoas sob investigação pela polícia, já o escritório que representa o aplicativo no Brasil diz que o STF citou a empresa pelos canais errados. Enquanto isso, o fundador do aplicativo, Pavel Durov, se manifestou pedindo desculpas, alegando problemas com emails e informando que está nomeando um representante legal no Brasil.

Mas o que é assustador é a velocidade com que a mídia direciona a ansiedade, frustração e falta de sentido na vida das pessoas de um lado para outro como quer para compor um raciocínio emburrecido de bando, sem que a maior parte das pessoas consiga perceber.

Quem são os “especialistas” que dizem que essa medida não é censura? Os mesmos que diziam que o programa de injeções implementado durante a pandemia impediria transmissão? Os mesmos que baniram das plataformas as pessoas que lá no começo cogitaram uma origem laboratorial do vírus? Os mesmos que endossaram o F D A e que agora se calam diante do fato que a principal fabricante e a agência reguladora pediram mais de 70 anos para liberar os documentos com os dados, procedimentos e resultados usados para implementar um programa global de imunização? Os mesmos que se calam diante dos dados OFICIAIS de que esse é o programa com maior número de efeitos indesejados, lesões e óbitos que todos os outros somados nos últimos 50 anos? E os grupos de mídia, são os mesmos que vem trabalhando em prol das gigantes das technologias para calar qualquer pensamento dissidente?

Estes grupos corporativos e “especialistas” são os mesmos que definiram o que era “desinformação” nos últimos dois anos, difamaram e censuraram vozes importantes para que possamos entender melhor as complexidades do nosso tempo e o alcance da corrupção corporativa sobre as agências reguladoras, seja na saúde, com um programa experimental desastroso ou na agricultura, autorizando insumos que causam canceres e doenças neurológicas. São os mesmo que não são capazes de se retratar quando a ciência ou a História os prova errados!

A mídia usa a baixa popularidade do Bolsonaro e o ranço pejorativo que ela mesma criou em torno dos que (com boas razões e muitas evidências) questionam o aparelhamento dos governos e políticas públicas sanitárias nacionais e internacionais por corporações criminosas para manipular grande parte do campo progressista. E infelizmente a tática tem funcionado. Seguimos com grande parte da ‘esquerda’ pavimentando o caminho para o #totalitarismocapitalista apoiando medidas que centralizam renda, poder e território; tudo em nome da necessidade de sinalizar virtudes ao invés de assegurar liberdades e decentralização dos meios de produção, da renda e do poder de tomada de decisão.

O preço da liberdade é a eterna vigilância (John Phicot Curran)! Nós não conseguiremos uma maioria da população capaz de discutir, analisar e decidir por si mesma sobre os assuntos que mais lhe interessam (o que constitui uma democracia verdadeira) terceirizando as decisões para “especialistas” fabricados pela mídia corporativa. Nós somos os especialistas das nossas próprias complexidades e necessidades. Não devemos jamais terceirizar as decisões sobre nossa saúde, nossos corpos, como queremos viver ou nos comunicar!

Cercear nosso direito (somos milhares de pessoas) de nos articularmos livremente para criarmos a realidade que queremos, só para lesar pessoas em campos ideológicos opostos aos nossos é um erro grave. Ao fazer isso, estamos defendendo a centralização de poder, de veiculação de informações e de criação das narrativas, que, por sua vez definem a realidade e orientam nossas ações.

As minhas redes no Telegram somam mais de 2mil pessoas trocando informações e se articulando para realizar a transição ecológica, o exôdo urbano planejado, para criar cadeias de produção, distribuição e consumo de alimentos agroecológicos! Todas ideias, ações e articulações essenciais para co-criarmos alternativas justas, ecológicas e dignas para todos.

Quantas redes mais estão sendo censuradas indiretamente? Será que o interesse da mídia é desarticular uns poucos que agem de má ou uma grande maioria que passou a se informar, articular e agir à revelia das narrativas corporativas apresentadas?

Ironicamente, por conta do cenário geopolítico atual, a lógica apresentada pela mídia corporativa para censurar o Telegram, revela a necessidade de refletirmos mais profundamente a lógica das narrativas apresentadas. Segundo parte da mídia corporativa e de muitos progressistas brasileiros, a censura se justifica porque o Telegram é o aplicativo com maior número de neonazistas, “antivacinas*” e criminosos cibernéticos.

Sendo assim, devemos então embargar toda a Ucrânia porque é um pais com uma concentração enorme de neonazistas? Devemos abrir mão de mecanismos de comunicação não rastreáveis, não espionáveis, porque um número menor de pessoas se aproveita para ações criminosas?

Passaremos a condenar à priori os grupos de pessoas que buscam esse tipo de comunicação livre porque a elite financeira que controla a mídia corporativa se sente ameaçada com as opiniões, articulações e ações de um número crescente de pessoas que se recusa a participar do teatro deles?

Eu acredito que estamos entrando rapidamente em uma era de um capitalismo totalitarista com um pensamento reducionista de bando perigosíssimo. O mesmo tipo de pensamento que permitiu que a religião queimasse mulheres vivas, que o Maccarthismo arruinasse a vida de pessoas progressistas nos EUA, que o Nazismo perseguisse e assassinasse milhares de judeus e o que o Stalinismo matasse milhares de seus compatriotas.

No meu entender, eu sou o especialista da minha própria complexidade, ninguém a não ser eu mesmo deve decidir pela minha saúde (ou a dos meus filhos), pela maneira com que escolho me comunicar e ou viver.

E você já usava o Telegram? Vai continuar usando? Acredita que essa ação, mais que uma censura é uma estratégia de boicote da articulação popular?

As conexões entre a crise alimentar, as corporações do agro, da transgenia e a produção de vacinas com o Dr. Brad Evans

A agricultura industrial não é sobre a produção de alimentos, ela é sobre usar o território e a população para criar uma plataforma de escoamento para os produtos petroquímicss e das mineradoras. Os grandes fundos de investimento que possuem as corporações do agronegócio e da transgenia, são os mesmos que possuem as gigantes tecnológicas e as da indústria farmacêutica. Em um momento histórico no qual essas corporações vem roubando dados da agricultura familiar e propondo ainda mais controle por meio da ‘agricultura de precisão’ (completa desumanização, digitalização e automação da agricultura), devemos nos perguntar quem mais se beneficia dessa fusão das gigantes tecnológicas com as corporações do agronegócio, transgenia e farmacêuticas?

O que artigo que segue é uma tradução livre de um programa do Russel Brand e de um artigo escrito pelo Professor Brad Evans. Filósofo político, crítico teórico e autor especializado no problema da violência, o Dr. Brad Evans já escreveu 18 livros e hoje é titular da disciplina Violência Política e Estética na Universidade de Bath, no Reino Unido. O vídeo original pode ser acessado ao final do texto.

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Com o tipo de artigo que tenho escrito, não sei por quanto tempo as redes sociais manterão meus perfis. Se você quer ficar em contato direto, pode se inscrever na mala direta aqui no site e no canal do podcast impacto positivo no Telegram.

Como de costume aviso que não sou sanitarista, médico virologista ou biólogo e, portanto, as informações e opiniões que compartilho aqui não devem ser vistas como recomendações. Acredito que, ao compartilhar minhas decisões pessoais, essas reflexões valham como construção de um pensamento crítico, ecológico e sistêmico para outras pessoas.

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“Na medida em que bilionários e grandes empresas de tecnologia assumem cada vez mais a agricultura e os alimentos que comemos, perguntamos: estamos sendo transformados em uma colônia de alimentos geneticamente modificados?” (Russel Brand, na reportagem original)

É uma pergunta retórica, obviamente. Como mencionei acima, a agricultura industrial não é sobre a produção de alimentos nutritivos e saudáveis. A arquitetura e a engenharia civil não são sobre a construção de moradias e edificações aconchegantes, funcionais, autônomas e energeticamente eficientes. A indústria farmacêutica não é sobre saúde preventiva e bem estar humanos. E, por fim, o sistema econômico não é sobre criar acesso aos recursos, facilitar transações e distribuir renda. Essas áreas transformaram os territórios e as pessoas em plataformas de escoamento para seus produtos petroquímicos, transgênicos, minerados e farmacêuticos e o sistema econômico e o modelo democrático vigente no ocidente, em mecanismos de concentração de renda e poder.

A gestão dos nossos territórios frente crise alimentar sem precedentes mencionada pelo Dr Brad Evans tem semelhanças fortíssimas com a gestão da pandemia frente ao colapso ecológico que vivemos: como cânceres as corporações (e os governos aparelhados) seguem oferecendo soluções que fagocitam as pessoas e o território para gerar lucro sem nunca resolver, de fato, as causas do problema. Nesse contexto, a raiz do problema é a gestão reducionista do território e dos recursos que visa só lucro e é incapaz de resolver o colapso ecológico, social e econômico que ela mesma causa (as chamadas externalidades econômicas).

O cenário que o Dr Brad Evans tão claramente descreve se relaciona diretamente com a Doutrina do Choque, de Naomi Klein. A Doutrina do Choque, como explica Naomi Klein, é uma tática brutal e recorrente adotada pelas corporações e seu lobby sobre os governos que se aproveita de um acontecimento chocante – uma guerra, um golpe de estado, um ataque terrorista, uma quebra do mercado financeiro ou um desastre natural, para explorar a desorientação da população, suspender a democracia, promover políticas radicais que enriquecem o 1% às custas dos pobres e da classe média. Naomi Klein se debruçou por quatro décadas, desde o golpe militar de Pinochet, apoiado pelos Estados Unidos, no Chile dos anos 1970, até o Furacão Katrina em 2005 e a tática é sempre a mesma. Nesses últimos dois anos de pandemia não foi diferente: tivemos a maior transferência de recursos da história para as mãos de um pequeno grupo de bilionários.

Deixo aqui uma aula sobre a Doutrina do Choque antes de seguir para o texto do Dr. Brad Evans, que embora ateste sobre as eficácia das injeções com terapia gênica, alerta sobre os perigos desse tipo de argumento quando usado pela indústria alimentícia.

“O mundo está nas garras de uma perigosa crise alimentar. Trata-se de mais do que simplesmente cadeias alimentares. Levanta questões fundamentais sobre a dependência alimentar e os próprios tipos de alimentos que estarão disponíveis para nós comermos nas próximas décadas. Em um artigo recente na revista médica Lancet, a pesquisa observou como estamos entrando em um período preocupante no que diz respeito ao acesso a alimentos. Citando o relatório global de 2021 sobre crise alimentar, eles apontam como mais de 160 milhões de pessoas em 43 países ao redor do mundo são afetadas pela escassez de alimentos.”

“Mas este não é apenas um problema restrito aos países mais pobres do mundo. Nos Estados Unidos, de acordo com dados do Departamento de Agricultura, cerca de 13,8 milhões de pessoas, cerca de 10% da população, enfrentaram algum tipo de insegurança alimentar no ano passado. A situação é a mesma no Reino Unido. Como Bee Wilson observou recentemente no Guardian: ‘o Covid trouxe à tona algumas verdades duras sobre o sistema alimentar britânico e o trabalho ruim que ele faz de alimentar a população como um todo. Quando o primeiro bloqueio ocorreu em março de 2020, muitas famílias britânicas em melhor situação puderam continuar comendo como antes, enquanto milhões mergulharam na pobreza alimentar ‘”.

“Bem, parece que as corporações multinacionais de alimentos têm uma solução pronta, o que também revela algumas conexões interessantes com a produção de vacinas.”

“Embora os debates ainda se agravem sobre até que ponto a vacina contra a covid-19 equivale a modificação genética, o que talvez seja menos conhecido é como ela emprestou algumas de suas ideias das estratégias de marketing para alimentos geneticamente modificados ou transgênicos. Além disso, o que marcou uma diferença notável foi como a produção de vacinas foi capaz de contornar vários regulamentos que estavam em vigor, que anteriormente limitavam a disseminação generalizada de alimentos geneticamente modificados. Isso poderia agora ser usado como um catalisador para abrir as comportas, já que os produtores de alimentos exigem o mesmo afrouxamento das regras? O que parece claro é como o sucesso da vacina agora é apresentado por alguns como uma nova maneira de superar as preocupações do público com alimentos transgênicos”.

“Um artigo no Irish Times observou há alguns meses, ‘grupos ambientalistas que se opõem aos organismos geneticamente modificados (OGM) têm sido muito influentes por um tempo considerável e capazes de levantar grandes protestos públicos. Mas o movimento anti-OGM está agora em declínio à medida que a UE e várias organizações ambientais influentes começam a acolher cautelosamente alguns organismos geneticamente modificados. O prego final no caixão anti-OGM provavelmente será o sucesso espetacular da tecnologia genética que acaba de desenvolver várias vacinas altamente eficazes contra a covid 19 no prazo milagrosamente curto de um ano’. O mesmo artigo também aponta como ‘as técnicas de biotecnologia podem ajudar a UE a cumprir as metas de sustentabilidade ambiental’. Para aqueles de nós que estão preocupados com os alimentos que comemos e acreditam nos benefícios das culturas orgânicas, este é um desenvolvimento preocupante.”

“Ao considerar essa questão da dependência alimentar e as tentativas de imposição de alimentos geneticamente modificados, vale olhar para os países já envolvidos na luta. Tomemos aqui o exemplo do México, que é particularmente instrutivo. Os agricultores do país vêm se organizando ativamente contra os alimentos transgênicos há muitos anos e foram essenciais para colocar o assunto na vanguarda da agenda ativista internacional pelo menos desde os protestos em Seattle em 2000. A chave aqui é o milho.”

“A produção de milho no México não é apenas altamente politizada; sua produção vai ao coração das culturas indígenas. Podemos lembrar aqui como uma característica chave do levante zapatista no México em 1994 foi a autonomia e dignidade das culturas alimentares nativas, o que por sua vez levou à criação do que foi chamado de movimento antiglobalização. Mas também tem sido o campo de batalha mais ferozmente combatido no esforço para impor variantes geneticamente modificadas, que literalmente deslocam as culturas nativas com uma variante de milho que coloniza a terra e desloca suas variantes multicoloridas com uma variedade amarela produzida em massa”.

“O México possui atualmente 64 tipos de milho, que são usados ​​em mais de 600 pratos diferentes. No entanto, como Gabriela Galdino observou no Politico, ‘o México está rapidamente se transformando no principal campo de batalha em uma guerra cultural e comercial sobre como o mundo produz seus alimentos’, principalmente em resistência às demandas dos EUA. O que está em jogo aqui é a forma como a produção de alimentos está mirando diretamente nos direitos políticos das pessoas por autonomia. O GM, em suma, agora é como a vacina, propondo ser uma forma de nos salvar de outra catástrofe, pois nos permite ‘alimentar o mundo’.”

“Isso convenientemente ocorre em um momento em que as pessoas vêm fazendo mudanças notáveis ​​nos padrões de consumo de alimentos, exigindo uma produção mais justa e insistindo mais em sua natureza orgânica”.

“Uma das vozes mais famosas sobre a insegurança alimentar continua sendo o ganhado do prêmio Nobel, Amartya Sen. Importante. Para Sen, se as pessoas sofrem de insegurança alimentar dificilmente é devido à escassez de alimentos, mas o que ele chamou de falta de ‘direito’. Em suma, há alimentos saudáveis ​​suficientes disponíveis para alimentar o planeta; o que nos falta são as distribuições políticas e econômicas corretas.”

“Será que nossa solução para esta crise global de alimentos não é engenharia biotecnológica, mas um tipo de engenharia muito mais humana. Um que envolve uma simples redistribuição de renda para que as pessoas possam viver uma vida saudável. Se somos o que comemos, certamente devemos lutar contra os alimentos que nos colonizam?”

Psicose em massa: porque a maioria obedece ao invés de questionar?

As reportagens da mídia corporativa tentam explicar porque temos um número cada vez maior de pessoas se recusando a participar do experimento em massa com as vacinas ainda em fase de experimentação. Essas reportagens ridicularizam e rotulam negativamente essas pessoas. Outras usam análises para enquadrar os dissidentes como ‘negacionistas’, um termo que hoje posiciona as pessoas que tem razões de sobra para questionar a ciência de corporações com histórico de crimes gravíssimos em seu modo de operar, como simplórias, incultas ou mesmo burras. Assim, desumanizando toda a dissidência a mídia corporativa e as gigantes das tecnologias preparam o terreno para que a própria população discrimine, censure e abuse moralmente todos que desconfiam da narrativa única apresentada.

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Como de costume aviso que não sou sanitarista, médico virologista ou biólogo e, portanto, as informações e opiniões que compartilho aqui não devem ser vistas como recomendações. Acredito que, ao compartilhar minhas decisões pessoais, essas reflexões valham como construção de um pensamento crítico, ecológico e sistêmico para outras pessoas.

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O título de uma dessas reportagens é “Movimento antivacina é grave ameaça ao controle da Covid-19 no mundo” e um outro exemplo diz “Dentro da mente de um antivacina: o que faz alguém desconfiar da ciência?”

A mesma mídia corporativa e as mesmas gigantes das tecnologias (como Google e FaceBook que tem bilhões investidos na indústria das vacinas) que regem as redes sociais se negam a reportar resultados de pesquisas publicadas no Lancet, um dos mais renomados jornais de ciência médica que afirmam que: a) mesmo os esquemas de vacinação completa não conseguem controlar a disseminação do vírus e b) tendo em vista que vacinados e não vacinados, quando infectados, transmitem o vírus com a mesma intensidade, não se justifica estigmatizar os não-vacinados.

Também se negam a reportar que no último ano (2021) tivemos mais casos de reações adversas, lesões e mortes causadas pelas vacinas que nos últimos 50 anos com todas as outras vacinas combinadas.

Esses conglomerados midiáticos e gigantes das redes sociais também se negam a reportar os mais de 21.382 mil mortes, 8.765 choques anafiláticos, 12.765 paralisias faciais, 3.511 abortos, 10.863 ataques cardíacos, 23.713 casos de miocardite e pericardite, 36.758 mil lesões permanentes causadas pelas vacinas nos EUA.

Os dados da União Europeia são igualmente estarrecedores, ainda mais quando levamos em consideração as denúncias que tem surgido sobre como esses sistemas são tendenciosos para o lado das indústrias farmacêuticas. Na UE, até o 1° de Janeiro de 2022, 36,267 mortes pela vacina e 3.2 milhões de lesões foram relatadas no banco de dados da EudraVigilance.

As maiores manifestações populares dos últimos 100 anos também tem ocorrido na Austrália, EUA e países europeus sem que a mídia corporativa noticie de forma adequada. No vídeo abaixo o portal de notícias RT (Russian Television) reporta mais de 100 mil manifestantes contra as reformas do presidente Macron e a imposição do passaporte sanitário.

Um artigo denunciando fraudes, manipulação e boicote sistêmico das denúncias pelo CDC e FDA foi publicado no British Medical Journal (BMJ – Jornal de Medicina Britânico), mas os compartilhamentos nas redes sociais também foram censurados. Entre as preocupações relatadas no artigo-denúncia do BMJ estavam:

  • o fato de que muitos participantes não foram monitorados pela equipe médica após receber a injeção,
  • falta de acompanhamento de pacientes que relataram reações adversas,
  • desvios de protocolo não relatados,
  • vacinas armazenadas fora da temperatura correta,
  • amostras laboratoriais mal rotuladas, e
  • perseguição aos funcionários que estavam relatando esses problemas.

Qualquer pessoa que entende como a ciência é feita, sabe que o método científico requer transparência sobre sua metodologia e replicabilidade por outros cientistas. Sem isso, não pode ser chamada de ciência. Entretanto, quando um grupo de médicos e advogados entrou com um Freedom of Information Act (uma espécie de mandado de segurança que garante à população o acesso a informações das agências públicas reguladoras) o FDA pediu até 2076 para compartilhar os dados dos testes da Pfeizer. Duvidar de corporações criminosas virou negacionismo e negar a replicabilidade virou ciência.

Temos a maior transferência de recursos e o maior aparelhamento dos Estados por corporações da História. Segundo uma estimativa do Institute for Policy Studies (Instituto para a Pesquisa de Políticas Públicas), 4 trilhões de dólares se concentraram nas mãos dos 2.365 bilionários do mundo. Tudo isso possibilitado pelas políticas públicas sanitárias que levaram milhares de pequenos e médios negócios à falência no mundo todo e quase 20 milhões de brasileiros à fome, enquanto os bilionários tiveram seus patrimônios aumentados em 54% em apenas um ano! Isso não é um acidente, um efeito colateral não desejado das políticas sanitárias elaboradas para a pandemia, essas medidas foram desenhadas pelas corporações para fazer exatamente isso!

Mas por quê, mesmo com tantas evidências de que a narrativa dominante não é sobre saúde pública, mas sobre controle da população e aparelhamento dos Estados, a grande maioria das pessoas ainda escolhe obedecer ao invés de questionar? Segundo o doutor e professor em psicologia clínica e mestre em estatística Mattias Desmet, o que vivemos são sintomas de uma formação de comportamento de massa. E nesse caso, ironicamente, são os cientistas que discriminam a dissidência que estão sob o efeito de uma hipnose, um delírio coletivo, enquanto os que questionam estão entre os não hipnotizados.

No início da pandemia o Dr. Mattias Desmet estudou as projeções estatísticas e percebeu que muitas vezes elas estavam erradas e não se concretizavam, mas que as pessoas continuavam a acreditar nas projeções e a seguir a narrativa dominante. Nesse momento, ele começou a estudar a pandemia pela perspectiva da psicologia de massa.

O Dr. Desmet explica:

Quatro coisas precisam existir para que a psicose em massa surja em grande escala. A primeira é que tem que haver muita gente socialmente isolada, sem vínculo social. A segunda é que a maioria das pessoas esteja vivendo uma vida sem sentido. E a terceira e a quarta condições são que a maioria das pessoas tenham muita ansiedade e muito desgosto psicológico sem uma causa clara.”

Essas quatro condições existiam pouco antes da [pandemia]. Temos uma epidemia de esgotamento na qual mais de 40 a 70% das pessoas consideram seus empregos completamente sem sentido. O uso de psicofármacos [é] enorme. Isso mostra quanto descontentamento existe em nossa sociedade. Na Bélgica, por exemplo, todo ano 11 milhões de pessoas usam mais de 300 milhões de doses de antidepressivos”.

Todas as pessoas que têm estudado e descrito a formação de massas – como Gustave Le Bon, William Mcdougall e Elias Canetti, por exemplo – observam que esse fenômeno não é semelhante à hipnose; é exatamente igual à hipnose. Isso porque faz com que as pessoas se concentrem só em uma coisa, geralmente uma solução fornecida pelas autoridades e promovida pela mídia corporativa, em detrimento de várias outras. Isso é o que torna a psicose em massa, ou formação de multidão, o equivalente exato da hipnose”.

O que devemos compreender é que a primeira coisa que devemos fazer é reconhecer essa angústia dolorosa. É pensar sobre por que chegamos ao estado de falta de sentido, falta de laços sociais, ansiedade, enorme descontentamento psicológico sem causas claras e mostrar para as pessoas que não precisamos de uma [pandemia] para estabelecer um novo laço social. Temos que procurar outras maneiras de lidar com os problemas psicológicos que existiam antes a [pandemia] e tentar encontrar outras soluções”

Mesmo que tivéssemos sucesso em acordar as massas agora, elas cairiam vítimas de outra história em alguns anos. E voltariam a ficar hipnotizadas se não conseguirmos resolver o verdadeiro problema desta crise. Esse problema se define na pergunta: Por que nós, como sociedade, chegamos a esse ponto em que grande parte da população se sente ansiosa, deprimida, sem sentido na vida e se sente socialmente isolada? Esse é o verdadeiro problema” (Prof. Mattias Desmet em – Mass Formation and Totalitarian Thinking in This Time of Global Crisis – grifos meus).

Esse estado de isolamento, de ansiedade, depressão e vidas sem sentido já nos levou a outros momentos trágicos da História humana como a Inquisição e a caça às bruxas, o Stalinismo e as Purgas do Partido Comunista (que assassinou que 1 milhão de seus próprios partidários, o Nazismo e o Holocausto e o Macarthismo e a caça aos progressistas nos EUA.

Hoje vivemos uma situação parecida dentro da qual uma grande parte da população encontra sentido para suas vidas e pertença dentro dos grupos que acatam as normas sanitárias “para salvar vidas em um pacto pelo coletivo”. Infelizmente, por conta da formação de massa, elas não conseguem perceber que essas políticas foram desenvolvidas por representantes de agências de inteligência, gigantes das tecnologias e da indústria farmacêuticas nos vários exercícios de simulação de pandemias bancados, claro, pelas indústrias que mais tem a lucrar com eles.

O Dr Desmet explica que a ação da mídia inculcando o medo diariamente reforça o estado de medo e hipnose e isso faz com que as pessoas continuem defendendo a narrativa dominante oferecida como solução por quem mais lucra com ela mesmo com tantas evidências contrárias.

A agenda da mídia também oferece os dissidentes de bandeja para o sacrifício. Estes tem um papel muito importante: servir de bodes expiatórios para que a população encontre sentido descontando sua ansiedade e descontentamento nos dissidentes. Como se a caça aos dissidentes pudesse resolver o colapso ecológico e o uso de armas biológicas por grandes potências; as causas mais prováveis da pandemia.

Mas a ordem, o sentido, que se estabelece nessas condições é patológica. O controle completo que surge nesse tipo de sistema, “não importa como seja classificado ou que seja imposto por cientistas e médicos, políticos e burocratas ou um ditador, sempre gera estagnação, destrução e morte em escala massiva” (Academy of Ideas – Manufactoring of a mass psychosis: can sanity return to an insane world?)

A transformação social que se desenvolve sob um regime totalitário é construída e sustentada por ilusões. Isso porque só homens e mulheres iludidos regridem para um estado infantil de sujeitos obedientes e submissos e entregam o controle completo de suas vidas para políticos e burocratas. Só governantes iludidos acreditam que possuem o conhecimento, a sabedoria e a perspicácia para controlar a sociedade por completo de cima para baixo. E só sob o feitiço de ilusões alguém acreditaria que uma sociedade composta por governantes sedentos por poder de um lado e uma população psicologicamente infantilizada de outro, pode levar a algo mais que sofrimento e ruína social” (Academy of Ideas – Manufactoring of a mass psychosis: can sanity return to an insane world?)

Mas como podemos nos previnir contra o totalitarismo? Como, uma vez instaurado a psicose ou a mentalidade de massa, podemos reverter seus efeitos? Quaisquer que sejam as soluções, elas precisam abordar a parcela vulnerável da população sem comprometer a saúde e a viabilidade da maioria, enquanto age para resolver as causas da crise (e.g. colapso ecológico, social, econômico, a fabricação de armas biológicas, a centralização do poder decisório nas mãos de organizações com interesses econômicos conflituosos).

À todo momento dentro desse contexto totalitário que se formou, o Dr. Desmet explica que temos 3 grupos em situações distintas. Em torno de 30% da população está completamente entregue à narrativa dominante. Este grupo, supostamente virtuoso e obediente, está pavimentando o caminho para o totalitarismo corporativo e está disposto a sacrificar figurativa e literalmente os dissidentes para “voltar ao normal”, para reestabelecer uma falsa sensação de linearidade, de controle.

Em torno de 40% tem dúvidas sobre a narrativa e se preocupa com a forma com a qual os dissidentes estão sendo tratados, mas não são fortes o suficiente para discordar abertamente. Esse grupo é bem ilustrado pela prosa confessional sobre covardia escrita pelo pastor luterano alemão Martin Niemöller após a Segunda Guerra Mundial:

Primeiro eles perseguiram os socialistas e eu me calei porque eu não era socialista.
Depois eles perseguiram os sindicalistas e eu me calei porque eu não era sindicalista.
Depois eles perseguiram os judeus e eu me calei porque eu não era judeu.
Depois vieram atrás de mim e não havia mais ninguém para me defender.

E um outro terço da população, por razões multifacetadas, não confia nas instituições, nas ‘lideranças’ e muito menos nas medidas impostas por por elas e encabeça a dissidência. É esse último grupo, explica Desmet, que ao não engajar em práticas que discriminam e desumanizam as outras pessoas, pode ‘acordar’ os outros 40% que permanecem indecisos ou calados por medo de serem rechaçados pelos que defendem a narrativa dominante.

Como as condições que permitem o surgimento do totalitarismo são complexas e multifacetadas, assim também devem ser soluções e alternativas propostas pelos dissidentes. As pessoas que lutam para que acordemos dessa psicose em massa precisam oferecer abordagens diferentes para grupos de pessoas distintos.

Uma tática recomendada pelo dissidente político Vaclav Havel durante o totalitarismo soviético, que mais tarde se tornou presidente da Checoslováquia, é a construção de ‘estruturas paralelas’.

Essas estruturas podem organizações, empreendimentos, instituições, tecnologias ou uma busca criativa que existe dentro de uma sociedade totalitária, mas moralmente fora dela. Segundo Vaclav, essas estruturas são mais eficientes no combate do totalitarismo que a ação poítico-partidária. Quando um número suficiente de estruturas paralelas são criadas, uma ‘segunda cultura’ ou uma sociedade paralela se forma espontaneamente e funciona como um bastião de liberdade e sanidade dentro de um mundo totalitário. As estruturas paralelas são áreas onde uma vida diferente pode ser vivida em harmonia com seus próprios objetivos e dentro das quais as próprias estruturas são construídas com base nesses objetivos. (Academy of Ideas – Manufactoring of a mass psychosis: can sanity return to an insane world?)

Para essas pessoas que estão livres da hipnose apresentada pela narrativa dominante outras ações também podem ser tomadas. A primeira delas é espalhar as informações que se opoem a propaganda o máximo possível. Enquanto as corporações precisam investir bilhões de dólares todos os anos para construir suas mentiras e os governantes precisam censurar a dissidência para exercer seu controle totalitário, os agentes de mudança só precisam revelar a verdade e garantir o fluxo de informação. (Academy of Ideas – Manufactoring of a mass psychosis: can sanity return to an insane world?)

Segundo Carl Jung, o primeiro passo a ser tomado para trazermos sanidade para um mundo insano é ordenar nossas próprias mentes e viver de modo a inspirar as outras pessoas a fazer o mesmo. Isso significa, entre outras coisas, abandonar o modelo político de poder centralizado, encarar o fato de que nenhum político, dentro de nenhum espectro ideológico hoje, conseguirá governar sem que as corporações continuem defendendo as estruturas que as mantem no poder. Isso implica em retomarmos nossa agência e protagonismo coletivo para a construção das estruturas paralelas que podem nos garantir a 5 áreas essenciais em uma situação de colapso: moradia digna, alimentação saudável, água limpa, saúde autômoma e mobilidade.

O foco das pessoas despertas para as mentiras do modelo ocidental de sociedade que chega ao seu apse com o totalitarismo corporativo, para além de criar as estruturas paralelas que carreguem e promovam os valores de liberdade, resiliência e poder distribuido, deve estar também na materialização dessas 5 áreas essenciais nas suas relações e territórios (biorregiões) imediatos.


			

A cultura do cancelamento e a extensa lista de pensadores, cientistas e dados dissidentes que ela busca censurar

Nos últimos meses eu passei a escrever fazendo oposição ao passaporte sanitário. A recepção não foi dividida em dois grupos distintos como a mídia retrata ou a maior parte da esquerda busca entender o Brasil. As interações que tenho tido na minha caixa de email e mensagens das redes sociais mostram um Brasil muito mais complexo e multifacetado, do qual a narrativa atual da mídia ou grande parte do pensamento intelectual ‘progressista’ não dá conta de explicar, muito menos de resolver.

Eu não recebi mensagens de apoio de terraplanistas, negacionistas, bolsonaristas e extremistas da direita. Entretanto, eu fui classificado pejorativamente com esses termos pelos pseudo-progressistas que, invariavelmente, se apressam em me desumanizar, me classificar como inferior, mas não engajam nem com os argumentos, nem com os dados que trago. Ou seja, as pessoas do campo ideológico que deveriam questionar narrativas oficiais, abordagens únicas e medidas emergenciais que aparelham o estado por corporações e abrem precedentes de controle da população que não se sustentam pela ciência, são as pessoas que têm hostilizado e desumanizado as pessoas que trazem qualquer pensamento dissidente.

Essa decisão tem me custado muito tempo e energia para responder os questionamentos de alguns amigos e colegas de ativismo (eu não respondo mensagens agressivas, grosseiras ou soberbas que insistem em desumanizar o pensamento dissidente). Alguns, mais preocupados, enviam mensagem dizendo que me associar com ideias e ações que predominam nos grupos que apoiam o Bolsonaro “vai destruir minha imagem” e assim, em silêncio e apavorados por suas imagens, grande parte do campo progressista pavimenta o caminho para o totalitarismo corporativo ao defender o passaporte sanitário.

Mas muito do meu tempo tem sido dedicado a um número muito maior de mensagens de apoio, com os desabafos e um pavor que só os que já perceberam a direção totalitarista que o mundo tomou nos últimos 2 anos sentem. É para essas pessoas que eu organizei uma lista de referências que trazem informações, comentários e dados que não são vistos na mídia corporativa ou nas redes sociais (onde os pseudo-progressistas servem de censores tentando intimidar aqueles que ousam questionar a narrativa única atual). Infelizmente tudo que leio ou assisto é em inglês e eu não tenho tempo nem recursos para traduzir para vocês. Ainda assim, acho que vale a pena compartilhar para que os verdadeiramente interessados possam buscar, traduzir e se informar por conta própria.

Para os que têm participado da cultura do cancelamento, os que se fecham na narrativa única sobre a realidade plural e complexa que vivemos classificam pejorativamente as pessoas com opiniões dissidentes, eu pergunto se o que tem cancelado mesmo não é nossa capacidade de respeitar a diversidade, de dialogar para articular movimentos em prol da resiliência e autonomia da população (que obviamente não está sendo cuidada pelas autoridades)?

Para os tantos que tem escrito para expressar apoio e dizem não poder ou estar com medo de se manifestar, deixo essa frase do Gandhi:

“Muitas pessoas, especialmente as ignorantes, querem te punir por falar a verdade, por ser correto, por ser você. Nunca se desculpe por ser correto ou por estar anos à frente do seu tempo. Se você está certo e você sabe, se expresse. Se expresse. Mesmo que você seja uma minoria de uma pessoa só, a verdade ainda é a verdade.” Mahatma Gandhi

Nota: Se você quer apoiar meu trabalho com artigos, entrevistas e traduções clique aqui. Você pode fazer doações únicas ou mensais que ajudam a manter o fluxo de trabalho.
Com o tipo de artigo que tenho escrito, não sei por quanto tempo as redes sociais manterão meus perfis. Se você quer ficar em contato direto, pode se inscrever na mala direta aqui no site e no canal do podcast impacto positivo no Telegram.
Como de costume aviso que não sou sanitarista, médico virologista ou biólogo e, portanto, as informações e opiniões que compartilho aqui não devem ser vistas como recomendações. Acredito que, ao compartilhar minhas decisões pessoais, essas reflexões valham como construção de um pensamento crítico, ecológico e sistêmico para outras pessoas.

Artigos anteriores sobre temas relacionados:

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Lista de Referências comentadas

Academia das Ideias é um portal canadense gerido por dois irmãos que compartilham vídeos sobre a obra de grandes filósofos, psicólogos e economistas no intuito de divulgar conhecimento e sabedoria que promovem a liberdade. A transcrição dos vídeos pode ser acessada no site (com o mesmo nome) para quem quiser traduzir para o português.

Charles Eisenstein é filósofo, autor e palestrante. Quatro de seus livros são referência no movimento ambiental atual: A Ascenção da Humanidade, Economia Sagrada, O Mundo Mais Bonito que Nossos Corações sabem ser Possível e Clima, uma nova estória. Desde a polarização entre Trump e Hillary Clinton em 2016, Eisenstein vem empregando sua obra e a noção de interser para oferecer uma estrutura de pensamento que cria pontes, reconhece comunalidades e instrumentaliza ‘agentes de mudança’ (como ele chama ativistas socioambientais). Sob uma perspectiva literária, filosófica e verdadeiramente progressista (no sentido de que busca fortalecer a autogestão, a autonomia e a resiliência das pessoas comuns), Eisenstein vem escrevendo sobre como as normas sanitárias e o passaporte sanitário pavimentam o caminho para o totalitarismo neoliberal.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade versus o Covid-19
Baseada em ampla argumentação e evidências, um grupo de pessoas (que inclui a ativista e advogada especializada em direitos humanos, Hannah Rose e o cientista bioquímico e toxicólogo, ex-vice-presidente da Pfeizer, Dr. Mike Yeadon), representando os cidadãos do Reino Unido (mas não limitados a eles), denunciam os responsáveis por várias violações do Código de Nuremberg, crimes contra humanidade, crimes de guerra e crimes de agressão no Reino Unido (mas não limitados a essa nação).

A denúncia completa, com todos os apêndices e evidências que substanciam o caso contra as fabricantes, pode ser acessada em português por meio desse link. A versão original em inglês pode ser baixada nesse link.

Dr John Campbell – canal no YouTube
O Dr John Campbell é um enfermeiro e professor de enfermagem aposentado com mestrado e doutorado em ciências biológicas. Seu canal no youtube oferece aulas, analisa notícias e artigos científicos de forma imparcial, assim como entrevista médicos e pessoas que tiveram reações adversas ou lesões ao tomar a vacina contra COVID.

Lista com 1100 artigos científicos, referências e relatórios
Essa lista tem sido atualizada regularmente e a não ser por comentários curtíssimos feitos pelo curador, ela é composta em sua maior parte por artigos científicos publicados em jornais renomados que não apoiam a vacinação em massa ou parecem trazer dados que não favorecem essa narrativa. A lista também é composta de relatórios e referências bibliográficas.

Dr Mike Yeadon (canal no Telegram). O Dr Yeadon é cientista e doutor em bioquímica e toxicologia e ex-vice-presidente da Pfeizer. Muito embora eu não concorde com algumas de suas conclusões sobre ‘o que é a pandemia’, o canal traz notícias, artigos científicos e comentários que não vemos na mídia corporativa ou redes sociais devido à ampla censura já praticada.

Paul Kingsnorth é um ensaísta, novelista e autor inglês. Ele foi editor do ‘The Ecologist’ e seus livros abordam temas como ambientalismo, globalização e os desafios impostos à humanidade pelas tendências onipresentes em toda a civilização.

Kingsnorth escreveu uma série de artigos intitulada “O Momento da Vacina”, no substack, onde aborda desde sua visão contra os dispositivos de controle e censura sendo implementados, até uma análise literária e filosófica da pandemia como uma crise que evidencia como nossas instituições (literárias, econômicas, governamentais, ambientais, etc.) e narrativas para explicar nosso tempo estão falidas. Os artigos mencionados só estão disponíveis para assinaturas pagas que começam com 5 libras por mês, mas por conta de sua liderança no movimento ambiental europeu, o Kingsnorth tem sido chamado frequentemente para dar entrevistas sobre o tema no YouTube.

Dr Peter Mcculough no podcast The Joe Rogan Experience
Segundo o Dr Mccullough, uma pandemia requer uma abordagem multifacetada com tratamento precoce, medidas preventivas, hospitalização e vacinas. Em seus testemunhos para o Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais no Senado Estadunidense, o Dr. Mcculough relatou que tratamentos efetivos que poderiam salvar vidas foram suprimidos, explicou a origem do vírus, como ele é transmitido e a validade dos testes.

Ainda durante a entrevista o Dr. McCullough compartilha que não acredita que o governo não está cuidando dos interesses da população, que as opções de tratamento foram politizadas e que, em função disso, os médicos dissidentes estão sendo silenciados.

Dr. Peter A. McCullough é cardiologista e epidemiologista com mais de 1,000 artigos publicados e 500 citações na National Library of Medicine. Desde o começo da pandemia ele tem sido uma liderança na frente de atendimento precoce e publicou o artigo “Pathophysiological Basis and Rationale for Early Outpatient Treatment of SARS-CoV-2 (COVID-19) Infection, the first synthesis of sequenced multi drug treatment of ambulatory patients infected with SARS-CoV-2” (Abordagem e bases fisiopatológicas para o tratamento precoce da infecção pelo SARS-CoV-2 – COVID-19 – a primeira síntese do tratamento sequenciado com vários medicamentos em pacientes de ambulatório) no Jornal de Medicina Americano (American Journal of Medicine) e em seguida atualizado para publicação no Reviews in Cardiovascular Medicine.

Dr Robert Malone no podcast The Joe Rogan Experience

Dr. Malone é médico diretor do ‘The Unit Project’, um grupo com 300 organizações por todo os Estados Unidos lutando contra a vacinação obrigatória para crianças. Ele também é presidente do Global Covid Summit, uma organização com mais de 16,000 médicos e cientistas comprometidos com a divulgação da verdade sobre as pesquisas sobre e tratamentos contra COVID para as autoridades.

Depois de compartilhar seu histórico como médico virologista, imunologista e pesquisador precursor na terapia gênica (‘vacinas’ com rna mensageiro) o Dr Malone compartilhou entre outras opiniões:

  • a maneira ‘fora da lei’ e ‘sem controle’ que o governo americano agiu durante a crise,
  • que programas sanitários com terapias gênicas (“vacina”) experimentais são explicitamente ilegais,
  • chamou atenção para a Índia (um estudo com um número enorme de pessoas em particular) onde um protocolo de tratamento precoce foi bem sucedido,
  • que a negligência do governo americano é responsável por mais de meio milhão de mortes,
  • que as pessoas com imunidade natural têm mais risco de terem reações adversas, lesões e morte causada pela terapia gênica (“vacina” com rna mensageiro),
  • que estamos vivendo um período de psicose em massa, como alerta o psicólogo clínico, Dr Mattias Desmet, identico ao da Alemanha Nazista e da União Soviética Stalinista.

Robert F. Kennedy Jr e o livro The Real Anthony Fauci: Bill Gates, Big Pharma and the Global War on Democracy and Public Health  (O verdadeiro Anthony Fauci: Bill Gates, a Indústria Farmacêutica e a Guerra Global contra a Democracia e a Saúde Pública)

“Por três décadas, Robert F. Kennedy, Jr. tem sido um dos maiores líderes no direito ambiental. Ele fundou a Waterkeeper Alliance, uma entidade que abriga outras 300 organizações dedicadas ao cuidado com a qualidade da água nos rios e a denunciar e condenar empresas poluentes em 34 países. Sob sua liderança a Waterkeeper se tornou a maior organização que advoga pela pureza da água no mundo.”

“Por volta de 2005, pais de crianças lesionadas por vacinas começaram a encontrar os discursos e escritos de Kennedy sobre o conservante à base de mercúrio thimerosal. Isso trouxe esperança de que esse líder ambientalista exporia a verdade sobre as lesões causadas pelas vacinas. Kennedy é conhecido pelo seu ativismo ambiental destemido e incansável, assim como por sua luta por governos transparentes e uma ciência rigorosa.”

“Ele agora tem se dedicado a expor as fraudes e corrupção dentro do CDC (Centre for Disease Control, uma espécie de ANVISA estadunidense) e da indústria farmacêutica. Em dezembro de 2021 ele lançou com Lyn Redwood, Laura Bono pais e mães de crianças lesionadas por vacinas a Children’s Health Defense (Defesa da Saúde das Crianças) uma instituição e portal de apoio que expõe a ganância, manipulações e crimes da indústria farmacêutica.”

Obviamente, Kennedy está sendo rotulado de anti-vacina pela mídia corporativa, mas eu recomendo que escutem as entrevistas e depoimentos nas quais ele explica como as principais fabricantes são protegidas por lei de processos indenizatórios desde 1989. O conhecimento institucional e experiência que ele tem é fundamental para entendermos como as farmacêuticas manipulam as leis para fabricar vacinas que não são seguras.

Traduzi abaixo o resumo/introdução do livro para o português:

A mídia corporativa patrocinada pela indústria farmacêutica convenceu milhões de estadunidenses que o Dr. Anthony Fauci é um herói. Ele é qualquer coisa menos isso.

“Como diretor do NIAID (Instituto Nacional das Alergias e Doenças Infecciosas), o Dr Anthony Fauci administra $6.1 bilhões de recursos do erário público por ano para pesquisa científica, permitindo que ele dite os tópicos, o conteúdo e o resultado de pesquisas científicas em saúde pelo mundo. Fauci usa sua influência financeira à sua disposição de forma manipular extraordinariamente hospitais, universidades, jornais e milhares de médicos e cientistas influentes – cujas carreiras e instituições ele tem o poder de destruir, favorecer ou premiar.

“Durante mais de um ano de pesquisa dolorosa e meticulosa, Robert F. Kennedy Jr. revelou uma história estarrecedora que destrói a abordagem da mídia sobre o Dr. Fauci… e isso vai assustar todos os americanos – democratas ou republicanos – que se importam com a democracia, nossa Constituição e o futuro da saúde de nossas crianças.

“O Verdadeiro Anthony Fauci revela como “O médico americano” lançou sua carreira durante o começo da crise da AIDS fazendo parcerias com as empresas farmacêuticas para sabotar tratamentos terapêuticos seguros e sem patente. Fauci arquitetou estudos fraudulentos e passou a pressionar agentes do FDA para aprovar uma tratamento quimioterápico mortal que ele deveria saber que não funcionaria contra a AIDS. Frequentemente Fauci violou leis federais para permitir que suas parceiras farmacêuticas usassem crianças pobres e pardas como cobaias em experimentos mortais com quimioterapias contra câncer e AIDS.

“No começo da década de 2000, Fauci apertou a mão de Bill Gates na biblioteca da mansão Gates de 147 milhões em Seattle firmando uma parceria que visava controlar o mercado global de $60 bilhões de dólares em vacinas e com possibilidades ilimitadas de crescimento. Por meio do poder exercido pelo financiamento e relações pessoais com presidentes de estado, instituições da mídia e redes sociais, a parceria Farma-Fauci-Gates exerce influência sobre as políticas públicas globais de saúde pública.

“O Verdadeiro Anthony Fauci detalha como Fauci, Gates e seu bando usa o controle das plataformas de mídia, jornais científicos, agências governamentais e quase-governamentais chave, agências de inteligência global e cientistas e médicos influentes para inundar o público com propaganda que incute o medo sobre a virulência e patogenia do COVID, silencia o debate e censura a dissidência.

Nota: Durante os dias em que compilava essas fontes para compartilhar com vocês, novos documentos vieram à tona mostrando que o Fauci mentiu sobre o envolvimento nos projetos de ganho de função (criação de armas biológicas) de onde o vírus provavelmente escapou.

UnHerd canal do YouTube

“[Um canal] dedicado a dissipar a mentalidade de manada com pensamentos novos e ousados e a criar uma plataforma para ideáis, pessoas e lugares pouco ouvidos. [O canal] acredita que essa abordagem é mais necessária que nunca. Sociedades pelo mundo ocidental afora estão divididas e empacadas e a mídia corporativa com dificuldade em dar sentido para o que está acontecendo. As ideologias vigentes da geração passada ou são muito frequentemente defendidas sem nenhuma argumentação ou rejeitadas por completo.

“É fácil e seguro estar em qualquer um desses dois campos – progressivo defensivo ou reacionário nervoso – mas o UnHeard está tentando fazer algo dierente e mais difícil. Nós queremos ser ousados o suficiente para identificar essas coisas que estavam perdidas, assim como as que foram conquistadas, pelo [campo] progressista nos últimos 30 anos; mas nos esforçamos para ser sempre cuidadosos ou invés de divisivos.”

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19

Baseado em ampla argumentação e evidências, um grupo de pessoas (que inclui a ativista e advogada especializada em direitos humanos, Hannah Rose e o cientista bioquímico e toxicólogo, ex-vice-presidente da Pfizer, Dr. Mike Yeadon), representando os cidadãos do Reino Unido (mas não limitados a eles), denunciam os responsáveis por várias violações do Código de Nuremberg, crimes contra humanidade, crimes de guerra e crimes de agressão no Reino Unido (mas não limitados a essa nação).

A denúncia completa, com todos os apêndices e evidências que substanciam o caso contra as fabricantes, pode ser acessada em inglês por meio desse link.

Nota: Se você quer apoiar meu trabalho com artigos, entrevistas e traduções clique aqui. Você pode fazer doações únicas ou mensais que ajudam a manter o fluxo de trabalho.
Com o tipo de artigo que tenho escrito, não sei por quanto tempo as redes sociais manterão meus perfis. Se você quer ficar em contato direto, pode se inscrever na mala direta aqui no site e no canal do podcast impacto positivo no Telegram.
Como de costume aviso que não sou sanitarista, médico virologista ou biólogo e, portanto, as informações e opiniões que compartilho aqui não devem ser vistas como recomendações. Acredito que, ao compartilhar minhas decisões pessoais, essas reflexões valham como construção de um pensamento crítico, ecológico e sistêmico para outras pessoas.

Artigos anteriores sobre temas relacionados:

Se você gotaria de interagir sobre os artigos e traduções que publico, entre em contato educadamente e não envie links sem se dar o trabalho de desenvolver uma linha de raciocínio própria. Se sua mensagem/comentário não for respeitosa, ela será ignorada ou deletada.

Public International Criminal Court for Crimes Against Humanity vs Covid-19

6 de dezembro de 2021

International Criminal Court
Office of the Prosecutor
Communications
Post Office Box 19519
2500 CM The Hague
The Netherlands
EMAIL: otp.informationdesk@icc-cpi.int

PERANTE O TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL
(TRATADO DE ESTATUTO DE ROMA, ART. 15.1 E 53)
Assunto da reclamação:

  • Violações do Código de Nuremberg
  • Violação do artigo 6 do Estatuto de Roma
  • Violação do artigo 7 do Estatuto de Roma
  • Violação do artigo 8 da Roma
  • Violação do artigo 8 bis3 do Estatuto de Roma

Com base nas extensas reivindicações e na documentação anexa, acusamos os responsáveis ​​por inúmeras violações do Código de Nuremberg, crimes contra a humanidade, crimes de guerra e crimes de agressão no Reino Unido, mas não se limitando a indivíduos nesses países.

Perpetradores: Primeiro Ministro do Reino Unido BORIS JOHNSON, Diretor Médico da Inglaterra e Conselheiro Médico Chefe do Governo do Reino Unido CHRISTOPHER WHITTY, (ex) Secretário de Estado da Saúde e Assistência Social MATTHEW HANCOCK, (atual) Secretário de Estado da Saúde e Assistência Social SAJID JAVID, Executivo-Chefe da Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) JUNE RAINE, Diretor-Geral da Organização Mundial da Saúde TEDROS ADANHOM GHEBREYESUS, copresidente da Fundação Bill e Melinda Gates WILLIAM GATES III e copresidente da Fundação Bill e Melinda Gates MELINDA GATES, Presidente e CEO da Pfizer ALBERT BOURLA, CEO da AstraZeneca STEPHANE BANCEL, CEO da Moderna PASCAL SORIOT, CEO da Johnson and Johnson ALEX GORSKY, Presidente da Fundação Rockefeller DR RAJIV SHAH, Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (NIAID) DR ANTHONY FAUCI, Fundador e Exe cutivo Presidente do Fórum Econômico Mundial KLAUS SCHWAB, Presidente da EcoHealth Alliance DR PETER DASZACK

Vítima (s): O POVO DO REINO UNIDO

Requerentes:

Hannah Rose – Advogada e ativista de direitos humanos

Dr. Mike Yeadon – Pesquisador qualificado em ciências da vida com graduação em bioquímica em toxicologia e PhD baseado em pesquisas em farmacologia respiratória, ex-vice-presidente e cientista-chefe de alergia e pesquisa respiratória na Pfizer

Piers Corbyn – Astrofísico e ativista
Mark Sexton – policial aposentado
John O’Loony – Diretor Funeral e ativista
Johnny McStay – Ativista
Louise Shotbolt – Enfermeira e ativista de direitos humanos

Representação legal e eleição de domicílio

Os candidatos serão representados para os fins deste procedimento por Hannah Rose

Email: hannahroses111@hotmail.com

Consequentemente, toda a correspondência subsequente deverá ser enviada apenas para o endereço de e-mail fornecido acima. Qualquer notificação na acepção do Estatuto do Tribunal assim tratada será considerada válida.

Sr. Promotor,

1. Esta comunicação e reclamação são fornecidas ao gabinete do Procurador de acordo com a adesão do Reino Unido ao Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, depositado com o Secretário-Geral das Nações Unidas em 4 de outubro de 2000.

2. Tentamos levantar este caso através da polícia inglesa local e do sistema de tribunais ingleses, sem sucesso. Não conseguimos nem mesmo registrar o caso na polícia ou no tribunal após várias tentativas. O estatuto do ICC declara que “O ICC tem como objetivo complementar, e não substituir, os sistemas criminais nacionais; ela processa casos apenas quando um Estado não deseja ou é genuinamente incapaz de realizar a investigação ou a acusação (Artigo 17 (1) (a)). Esse é o motivo pelo qual estamos nos dirigindo diretamente ao ICC.

A. CONTEXTUALIZAÇÃO

3. As ‘vacinas’ do vírus Corona

são um tratamento médico inovador, que apenas recebeu autorização temporária nos termos do Regulamento 174 da Lei de Regulamentos da Medicina Humana (2012). Os efeitos a longo prazo e a segurança do tratamento nos receptores são desconhecidos. É importante notar que as ‘vacinas’ do vírus Corona são a primeira introdução mundial à tecnologia de m-RNA sintético e todas as imunizações anteriores funcionaram de uma maneira totalmente diferente, por meio da introdução de um vírus desativado ou enfraquecido no corpo para desencadear um estímulo natural do sistema imunológico contra ele. Conforme detalhado pelo Dr. Mike Yeadon, os riscos previstos por este tratamento médico inovador são incluídos no Anexo 1 deste pedido.

4. Todos os testes da Fase 3 da vacina COVID-19 estão em andamento e não devem ser concluídos até o final de 2022 / início de 2023. As vacinas estão, portanto, atualmente em fase experimental, com dados de segurança sobre uso em adultos limitados apenas [a testes] de curto prazo e com nenhum dado de longo prazo disponível. Além disso, eles estão usando uma tecnologia de vacina de mRNA completamente nova, que nunca foi aprovada para uso em humanos. O mRNA é efetivamente um pró-fármaco e não se sabe quanta proteína spike um indivíduo irá produzir. Os potenciais efeitos de início tardio podem levar meses ou anos para se tornarem aparentes. Os estudos limitados em crianças realizados até o momento são totalmente insuficientes para descartar efeitos colaterais incomuns, mas graves.

5. As ‘vacinas’ da Covid-19 não atendem aos requisitos para serem categorizadas como vacinas e são, na verdade, terapia genética (Anexo 8). O dicionário Merriam-Webster silenciosamente mudou a definição do termo “vacina” para incluir componentes da injeção de m-RNA COVID-19. A definição de vacina foi especificamente alterada devido à injeção de Covid-19 em 5 de fevereiro de 2021. O Dr. Mike Yeadon, requerente conjunto neste pedido, afirma que chamar as injeções de Covid-19 de ‘vacina é manipulação pública e deturpação do tratamento clínico. Não é uma vacinação. Não impede a infecção. Não impede a transmissão. É um meio pelo qual seu corpo é recrutado para produzir a toxina com a qual supostamente seu corpo se acostuma de alguma forma a lidar com ela, mas, ao contrário de uma vacina, que é para desencadear a resposta imunológica, é para desencadear a criação da toxina. ‘ O MRNA usa a maquinaria da célula para sintetizar proteínas que supostamente se assemelham à proteína SPIKE do vírus, que é o que ele usa para entrar nas células por meio do receptor ACE2. Essas proteínas são então identificadas pelo sistema imunológico, que cria anticorpos contra elas. A verdadeira preocupação é que essas proteínas possam se acumular no corpo principalmente em regiões de alta concentração de receptores ACE2, como as gônadas. Se o sistema imunológico atacar o local onde eles se acumulam, você pode estar lidando com uma condição autoimune.

6. Testes PCR

Uma revisão do Centro de Medicina Baseada em Evidências da Universidade de Oxford (Anexo 2) descobriu que o teste PRC padrão é tão sensível que pode detectar infecções antigas ao coletar fragmentos de células virais mortas. Originalmente desenvolvido para detectar a presença de DNA e RNA em amostras biológicas, até mesmo sua inventora ganhadora do Prêmio Nobel, Kary Mullis, declarou que o PCR nunca teve a intenção de diagnosticar uma doença. Ele simplesmente detecta a presença de material genético específico, o que pode ou não indicar infecção. Como disse a Dra. Kary Mullis, a técnica de PCR pode encontrar quase tudo em qualquer pessoa. O teste de PCR usa ciclos de amplificação para encontrar o RNA viral. A amostra é repetidamente amplificada quimicamente para aumentar as cópias de RNA até que possam ser detectadas. Cada “ciclo” de amplificação dobra o número de moléculas em uma amostra. Se você executar ciclos suficientes, poderá encontrar efetivamente uma única molécula de qualquer substância. A política da Public Health England (PHE) confirma que o limite de ciclo deve ser definido em torno de 25,6 e se a máquina deve funcionar mais de 25 a 35 ciclos (Anexo 2a) para levar a amostra ao limite de detecção do teste, não há vírus suficiente na amostra para importar clinicamente.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 2a - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 2a)

Temos informações de solicitações de madado de segurança de que até 40-45 ciclos estão sendo realizados (Anexo 3, 3a, 3b, 3c), o que é muito porque aumenta a chance de um resultado positivo, mesmo sem a presença de RNA de coronavírus na amostra original – daí os indivíduos ‘assintomáticos’. Além de não serem totalmente confiáveis, os testes de PCR também contêm óxido de etileno cancerígeno. (Anexo 48)

7. Covid é uma arma biológica – Pesquisa de ganho de função

A virologista chinesa Li-Meng Yan foi uma das primeiras pesquisadoras a estudar o covid-19 na China, depois que ela foi convocada para investigar a origem do vírus pelo superior Leo Poon. A Dra. Li-Meng Yan e sua equipe publicaram um relatório (Anexo 4) alegando que o novo coronavírus foi desenvolvido “como um produto de laboratório criado usando coronavírus de morcego ZC45 e / ou ZXC21 como modelo e / ou estrutura”. O relatório afirma que “ZC45 e ZXC21 foram descobertos entre julho de 2015 e fevereiro de 2017 e isolados e caracterizados pelos laboratórios de pesquisa militares mencionados acima.” Ele também diz que quando um laboratório não militar, o Shanghai Public Health Clinical Center, publicou um artigo da Nature relatando “uma relação filogenética estreita e conflitante entre SARS-CoV-2 e ZC45 / ZXC2 em vez de RaTG13, foi rapidamente fechado por ‘retificação.’” O relatório também acusa várias publicações de se curvarem a pressões políticas ou de vivenciarem “conflitos de interesse” para não publicar descobertas que diferem da teoria da origem natural. “As publicações científicas existentes que apoiam a teoria da origem natural dependem fortemente de uma única evidência – um coronavírus de morcego previamente descoberto chamado RaTG13, que compartilha uma identidade de sequência de 96% de nucleotídeos com o SARS-CoV-2”.

8. O National Institutes of Health (NIH) nos EUA admitiu o financiamento da pesquisa de ganho de função em coronavírus de morcego no laboratório chinês de Wuhan – apesar do Dr. Anthony Fauci negar repetidamente. Em uma carta ao republicano James Comer (Anexo 5), o principal vice-diretor do NIH, A. Tabak, culpou a EcoHealth Alliance – que canalizou fundos dos EUA para o laboratório de Wuhan – por não ser transparente sobre o trabalho que estava fazendo. O cientista britânico Peter Daszak, que dirige a EcoHealth, é acusado por Tabak de não cumprir os termos da concessão. Recentemente, em novembro de 2021, Fauci foi acusado de mentir sobre a pesquisa de ganho de função após documentos obtidos pela interceptação (Anexo 6) de doações detalhadas dadas à EcoHealth Alliance para estudos de coronavírus em morcego. O subsídio de US $ 3,1 milhões foi concedido por um período de cinco anos entre 2014 e 2019. Depois que o financiamento foi renovado em 2019, foi suspenso pela administração Trump em abril de 2020. O subsídio direcionou US $ 599.000 para o Instituto de Virologia de Wuhan para pesquisa de coronavírus em morcego.

9. O professor britânico Angus Dalgleish e o cientista norueguês Dr. Birger Sørensen publicaram um relatório na Quarterly Review of Biophysics (Anexo 7) e afirmam que a proteína spike do coronavírus contém sequências que parecem estar inseridas artificialmente. Eles afirmam que tiveram ‘evidências prima facie de retroengenharia na China’ por um ano – mas foram ignorados por acadêmicos e periódicos importantes. Dalgleish é professor de oncologia na St George’s University, em Londres, e é mais conhecido por sua descoberta ao criar a primeira ‘vacina contra o HIV’ em funcionamento, para tratar pacientes diagnosticados e permitir que parem de tomar medicamentos por meses. Enquanto analisavam amostras do COVID-19 no ano passado na tentativa de criar uma vacina, Dalgleish e Sørensen descobriram ‘impressões digitais únicas’ no vírus que, segundo eles, só poderiam ter surgido da manipulação em um laboratório. Eles disseram que tentaram publicar suas descobertas, mas foram rejeitadas pelas principais revistas científicas que na época decidiram que o vírus passava naturalmente dos morcegos ou outros animais para os humanos. Mesmo quando o ex-chefe do MI6, Sir Richard Dearlove, disse publicamente que a teoria dos cientistas deveria ser investigada, a ideia foi descartada como “notícia falsa”.

10. Hidróxido de grafeno

O Dr. Andreas Noack é um químico alemão e um dos maiores especialistas em grafeno da UE, especialista em carbono e doutorado na área de carvão ativado, pelo que, para sua tese de doutorado, ele converteu óxido de grafeno em hidróxido de grafeno. O professor Dr. Pablo Campra vem da universidade de Almeria e, ao lado do Dr. Andreas Noack, examinou as cobiçadas ‘vacinas’ para a presença de óxido de grafeno com a espectroscopia Micro-Raman, o estudo de frequências. De acordo com os dois médicos, as vacinas não contêm óxido de grafeno, mas contêm hidróxido de grafeno. Em 23 de novembro de 2021, o Dr. Andreas Noack lançou um vídeo explicando o que é o hidróxido de grafeno e como as nanoestruturas injetadas no corpo humano agem como “lâminas de barbear” dentro das veias dos recipientes da “vacina”. O Dr. Andreas continua explicando como, devido ao tamanho nano das estruturas de óxido de grafeno, elas não apareceriam em uma autópsia, já que os toxicologistas não podem imaginar que existam estruturas que podem cortar os vasos sanguíneos, fazendo com que as pessoas sangrem até a morte por dentro então eles não estariam procurando por eles, dado seu tamanho atômico.

11. Em 18 de novembro de 2020, o Dr. Andreas Noack estava em uma ‘transmissão ao vivo’ no YouTube discutindo os perigos das ‘vacinas’ Covid-19 quando foi preso diante das câmeras por policiais alemães armados (Anexo 41). Em 26 de novembro de 2021, poucas horas após publicar seu último vídeo sobre óxido e hidróxido de grafeno (Anexo 42), ele foi atacado e assassinado.

12. Solicitamos uma investigação completa sobre a inclusão de hidróxido de grafeno nas ‘vacinas’ Covid-19 e sobre o assassinato do Dr. Andreas Noack.

13. Números de Covid inflados

O número de casos de covid-19 foi artificialmente inflado devido à imprecisão e falta de confiabilidade do teste de PCR e o número de mortes de Covid-19 no Reino Unido foi inflado artificialmente devido ao fato de que uma morte covid é registrada se um indivíduo morrer por qualquer motivo dentro de 28 dias de um teste Covid-19 positivo (que foi confirmado com os testes PRC imprecisos e não confiáveis). Essas mortes estão sendo registradas como Covid-19, independentemente de Covid-19 ter sido a causa real da morte.

14. Um pedido de mandado de segurança (Anexo 43) mostra-nos que entre março e junho de 2020, o número total de mortes relacionadas com Covid-19 na Inglaterra e no País de Gales sem condições de saúde pré-existentes foi de 4.476.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 43 - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 43)

15. No entanto, as mortes de Covid-19 no mesmo período foram registradas em 49.607 (Anexo 44)

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 44 - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 44)

16. Argumentamos que uma outra maneira pela qual as estatísticas da Covid-19 foram artificialmente infladas é pela ‘reformulação da marca’ da gripe comum, pneumonia e outras infecções respiratórias como covid -19. O epidemiologista Knut Wittowski, o ex-chefe de bioestatística, epidemiologia e projeto de pesquisa da Universidade Rockefeller afirma que ‘pode haver um grande número de casos de influenza incluídos na categoria ‘presumível de Covid’ de pessoas com sintomas de Covid (cujos sintomas de influenza podem ser confundidos ), mas não são testados para ARN SARS’. Esses pacientes, ele argumentou, ‘também podem ter algum RNA de SARS em seus narizes enquanto são infectados com influenza, caso em que a influenza seria ‘confirmada’ como Covid’.

17. Dados do ONS (Anexo 45) mostraram que as mortes em 2018 por influenza e pneumonia totalizaram 29.516 e em 2019, 26.398. No entanto, as mortes em 2020 por gripe foram registradas em apenas 394 e por pneumonia em 13.619 (Anexo 46).

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 45 - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 45)

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 46 - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 46)

18. John O’loony, um candidato solidário neste pedido é um agente funerário que administra sua própria agência funerária em Milton Keynes. Ele testemunhou (Anexo 47) que, como agente funerário, viu “um grande esforço feito para inflar deliberadamente o número de mortos da Covid. Pacientes com câncer e vítimas de derrame e até mesmo um cara que foi atropelado terminaram com Covid em seu atestado de óbito”.

18a Argumentamos que a deturpação de casos e mortes suspeitas justifica uma investigação completa pelo Tribunal.

19. Ineficácia das máscaras

A Organização Mundial da Saúde (OMS) admitiu que não há evidências disponíveis sobre a utilidade de máscaras para proteger indivíduos não doentes (Anexo 9). Além da hipóxia e da hipercapnia, respirar pela máscara deixa resíduos de componentes bacterianos e germinativos nas camadas interna e externa da máscara. Esses componentes tóxicos são inalados repetidamente de volta ao corpo, causando autocontaminação. Respirar através das máscaras também aumenta a temperatura e a umidade no espaço entre a boca e a máscara, resultando na liberação de partículas tóxicas dos materiais da máscara. Uma revisão sistemática da literatura estimou os níveis de contaminação por aerossol das máscaras faciais, incluindo 13 a 202.549 vírus diferentes. Respirar ar contaminado com altas concentrações de partículas tóxicas e bacterianas junto com baixos níveis de O2 e altos níveis de CO2 desafia continuamente a homeostase do corpo, causando autotoxicidade e imunossupressão. (Anexo 10)

20. Tratamentos alternativos

O Dr. Peter McCullough é clínico, cardiologista e professor de medicina no Texas A and M College of Medicine. Ele concluiu seu bacharelado na Baylor University e concluiu sua graduação em medicina como Alpha Omega Alpha pela University of Texas Southwestern Medical School, em Dallas. Ele também completou sua residência em medicina interna na University of Washington em Seattle, sua bolsa de cardiologia – incluindo o serviço como Chief Fellow – no William Beaumont Hospital e seu mestrado em saúde pública na University of Michigan.

21. Hidroxicloroquina

O medicamento mais amplamente estudado e utilizado em todos os COVID-19. Basicamente, possui três mecanismos de ação. Ele reduz a entrada viral através dos endossomos. Ajuda a funcionar como ionóforo de zinco. E o zinco realmente funciona para prejudicar a polimerase dependente de RNA. E por último, é um anti-inflamatório. Ele muda o perfil geral das células para que haja menos inflamação.

259 ensaios de suporte, 385.000 indivíduos e hidroxicloroquina é como eu digo, nosso esteio no tratamento COVID-19. Temos grandes estudos como pacientes ambulatoriais demonstrando razões de risco aqui, muito menos de um, implicando em uma redução de 50% na hospitalização e morte de estudos ambulatoriais. Temos um estudo muito grande do Irã, onde houve, como você pode ver aqui, 28.000 indivíduos, eles tratam cerca de 25% de seus pacientes de alto risco com um curso curto de hidroxicloroquina mais outros medicamentos, redução de 30% na hospitalização e morte (Anexo 15)

22. Ivermectina

Outra droga que impede a entrada do vírus no núcleo também tem algumas propriedades contra a proteína spike. Temos 60 ensaios com ivermectina, uma quantidade muito menor de informação do que a hidroxicloroquina, mas ainda é substancial. E aqui, a ivermectina tem taxas de risco favoráveis ​​para uso em pacientes internados e ambulatoriais, cerca de 70% de redução na mortalidade. (Anexo 16)

23. Favipiravir

Disponível em cinco países ao todo, é como Remdesivir oral. Remdesivir está atualmente aprovado no Japão como um tratamento para pacientes infectados com SARS-CoV-2, o vírus que causa o COVID-19. Fora do Japão, o Remdesivir é uma droga experimental não aprovada.

Um relatório no New England Journal of Medicine em maio concluiu que o medicamento antiviral de amplo espectro desenvolvido pela empresa biofarmacêutica Gilead Sciences foi superior ao placebo na redução do tempo de recuperação em adultos hospitalizados com COVID-19 e que apresentavam evidências de trato respiratório inferior infecção (Anexo 17).

24. Corticosteróides

Esta é a base do tratamento hospitalar. Uma meta-análise sugere uma redução de 30% na mortalidade. Budesonida inalada, conhecida nos Estados Unidos como Pulmicort, um estudo randomizado denominado Teste do Estóico. Houve uma redução de 87% nas hospitalizações com budesonida inalada. Portanto, temos dados positivos para esteróides orais e inalatórios (Anexo 18).

25. Colchicina (off label)

A colchicina é um medicamento anti-inflamatório. O maior ensaio clínico randomizado, prospectivo, duplo-cego, controlado por placebo, da mais alta qualidade. Isso foi coordenado no Montreal Heart Institute. Mais de 4.000 pacientes ambulatoriais com COVID-19 sintomático, e entre aqueles que foram confirmados como positivos, uma redução de 25% na hospitalização e morte (Anexo 19)

26. Cenário Clade xe Evento 201

Em maio de 2018, o WEF fez uma parceria com a Johns Hopkins para simular uma pandemia fictícia apelidada de ‘Clade X’ (Anexo 12) para ver o quão preparado o mundo estará caso venha a enfrentar uma pandemia catastrófica. Um pouco mais de um ano depois, o WEF mais uma vez se uniu à Johns Hopkins, junto com a Fundação Bill e Melinda Gates, para encenar outro exercício pandêmico chamado ‘Evento 201’ em outubro de 2019 (Anexo 13). Ambas as simulações concluíram que o mundo não estava preparado para uma pandemia global. Poucos meses após a conclusão do Evento 201, que simulou especificamente um surto de coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou oficialmente que o coronavírus atingiu o status de pandemia em 11 de março de 2020.

27. “A próxima pandemia severa não só causará grande doença e perda de vidas, mas também pode desencadear grandes consequências econômicas e sociais em cascata que podem contribuir enormemente para o impacto e sofrimento globais” – Simulação de pandemia do Evento 201 (outubro de 2019)

27a Desde então, quase todos os cenários cobertos nas simulações do Clade X e do Evento 201 entraram em jogo, incluindo:

  • Governos implementando bloqueios em todo o mundo
  • O colapso de muitas indústrias
  • Crescente desconfiança entre governos e cidadãos
  • Uma maior adoção de tecnologias de vigilância biométrica
  • Censura da mídia social em nome do combate à desinformação
  • O desejo de inundar os canais de comunicação com fontes “autorizadas”
  • Uma falta global de equipamentos de proteção individual
  • O colapso das cadeias de abastecimento internacionais
  • Desemprego em massa
  • Tumultos nas ruas

28. Depois que os cenários de pesadelo se materializaram totalmente em meados de 2020, o fundador do WEF declarou “agora é o momento para uma grande reinicialização” em junho de 2021.

29. Afirmamos que é altamente improvável, a ponto de ser inacreditável, que seja puramente excelente previsão, planejamento e modelagem por parte do WEF e parceiros que o Clade X e o Evento 201 tenham se tornado tão proféticos.

30. Agenda 21/30 e a Grande Redefinição da Agenda

“A pandemia representa uma rara mas estreita janela de oportunidade para refletir, reimaginar e redefinir nosso mundo para criar um futuro mais saudável, justo e próspero” – Klaus Schwab, Fórum Econômico Mundial

31. A chamada “grande reinicialização” promete construir “um mundo mais seguro, igual e mais estável” se todos no planeta concordarem em ” agir conjuntamente e rapidamente para renovar todos os aspectos de nossas sociedades e economias, desde a educação até contratos sociais e condições de trabalho.” (Anexo 11) Mas não teria sido possível contemplar a materialização de um plano tão abrangente para uma nova ordem mundial sem uma crise global, seja ela fabricada ou por acaso infeliz, que chocou a sociedade em seu âmago.

32. Juntos, o Centro Johns Hopkins para Segurança Sanitária, o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates enviaram sete recomendações para governos, organizações internacionais e empresas globais seguirem no caso de uma pandemia (Anexo 14). As recomendações do Evento 201 apelam a uma maior colaboração entre os setores público e privado, ao mesmo tempo que enfatizam a importância de estabelecer parcerias com instituições globais não eleitas, como a OMS, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e a Organização de Transporte Aéreo Internacional, para realizar uma resposta centralizada. Uma das recomendações pede que os governos façam parcerias com empresas de mídia social e organizações de notícias para censurar o conteúdo e controlar o fluxo de informações.

33. De acordo com o relatório,

“Os governos precisarão fazer parceria com empresas de mídia social e tradicionais para pesquisar e desenvolver abordagens ágeis para combater a desinformação. As agências nacionais de saúde pública devem trabalhar em estreita colaboração com a OMS para criar a capacidade de desenvolver e divulgar rapidamente mensagens de saúde consistentes. Por sua vez, as empresas de mídia devem se comprometer a garantir que as mensagens oficiais sejam priorizadas e que as mensagens falsas sejam suprimidas, incluindo embora [sic] o uso de tecnologia”.

34. Censura

Ao longo de 2020, Twitter, Facebook e YouTube têm censurado, suprimido e sinalizado qualquer informação relacionada ao coronavírus que vai contra as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) por uma questão de política, assim como o Evento 201 havia recomendado. As grandes empresas de tecnologia também implementaram as mesmas táticas de supressão de conteúdo durante as eleições presidenciais de 2020 nos Estados Unidos – anexando alegações “disputadas” sobre conteúdo que questiona a integridade eleitoral. O governo do Reino Unido e governos em todo o mundo estão usando a ‘pandemia’ para reprimir a liberdade de expressão e o acesso à informação. Desde o início da Covid-19, as considerações políticas se chocaram com as preocupações com a saúde pública e a liberdade de expressão. As autoridades bloquearam sites legítimos e ordenaram a remoção de conteúdo indesejado. As autoridades reforçaram esses controles criminalizando mais categorias de expressão online e prendendo jornalistas, ativistas e membros para falar em público sobre o desempenho do governo. Para suprimir estatísticas desfavoráveis ​​de saúde, relatórios críticos e outros conteúdos COVID-19, o governo do Reino Unido bloqueou sites ou forçou usuários, plataformas de mídia social ou canais online a deletar informações. Tem havido um ataque sem precedentes à liberdade dos médicos de cuidar de seus pacientes, e o Dr. Robert Malone, o INVENTOR das vacinas de RNA, teve todas as suas contas nas redes sociais bloqueadas por se manifestar contra as injeções de COVID. Algumas revistas acadêmicas estão bloqueando a publicação de estudos que mostram a eficácia de medicamentos como a ivermectina e a hidroxicloroquina. Campanhas de difamação estão sendo travadas contra qualquer médico e cientista que desafie a narrativa da OMS sobre Covid-19 e as ‘vacinas’ de Covid-19. Estamos em uma situação em que governos e ONGs globais assumiram o controle da profissão médica.

Paralelos com a Alemanha de 1930

34a Existem vários sobreviventes do Holocausto alemão traçando paralelos gritantes entre as restrições de Covid e o início do Holocausto. Uma carta aberta enviada para; Agência Médica Europeia (EMA), Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA), Reino Unido, Agência Australiana de Regulamentação de Saúde (AHPRA), Administração de Produtos Terapêuticos (TGA), Austrália, Medsafe, Nova Zelândia e Federação de Regulamentação Médica Autoridades (FMRAC), Canadá (Anexo 50) declara,

“Nós, sobreviventes das atrocidades cometidas contra a humanidade durante a Segunda Guerra Mundial, sentimo-nos obrigados a seguir a nossa consciência. … Outro holocausto de maior magnitude está ocorrendo diante de nossos olhos. Pedimos que você pare imediatamente com esse experimento médico ímpio na humanidade. É um experimento médico ao qual o Código de Nuremberg deve ser aplicado”. (Rabino Hillel Handler, Hagar Schafrir, Sorin Shapira, Mascha Orel, Morry Krispijn et al)

34b Durante uma entrevista com o Dr. Reiner Fuellmich, (Anexo 51), a sobrevivente do Holocausto Vera Sharav baseia-se em sua experiência durante a Alemanha nazista para formar sua perspectiva sobre o que está acontecendo no mundo hoje. Durante a entrevista, ela continua dizendo:

34c “Sob o regime nazista, as normas morais foram sistematicamente obliteradas. A profissão médica e as instituições foram radicalmente transformadas, a ciência acadêmica, as forças armadas, a indústria e a medicina clínica foram fortemente interligadas, como estão AGORA. O sistema nazista destruiu uma consciência social em nome da Saúde Pública. Violações contra indivíduos e classes de seres humanos foram institucionalizadas. As políticas de saúde pública orientadas pela eugenia substituíram o foco do médico no bem do indivíduo. [A] profissão e instituições médicas alemãs foram pervertidas. Políticas coercitivas de saúde pública violavam direitos civis e humanos individuais. Métodos criminosos foram usados ​​para fazer cumprir a política. A Propaganda Nazista usou o medo de epidemias infecciosas para demonizar os judeus como propagadores de doenças, como uma ameaça à saúde pública…. O medo e a propaganda foram as armas psicológicas que os nazistas usaram para impor um regime genocida e hoje, alguns estão começando a entender por que o povo alemão não se levantou, o medo os impediu de fazer a coisa certa. Mandatos médicos são um grande retrocesso em direção a uma ditadura fascista e genocídio. Os ditames do governo, a intervenção médica, minam nossa dignidade e também nossa LIBERDADE … A dura lição do Holocausto é que sempre que os médicos unem forças com o governo e se desviam de seu compromisso pessoal, profissional e clínico de não fazer mal ao indivíduo, a medicina pode então ser pervertido de uma profissão de cura humanitária para um aparato assassino… O que diferencia o Holocausto de todos os outros genocídios em massa é o papel central desempenhado pelo estabelecimento médico, todo o estabelecimento médico. Cada etapa do processo assassino foi endossada pelo estabelecimento médico acadêmico e profissional. Médicos e prestigiosas sociedades e instituições médicas emprestaram o verniz de legitimidade ao infanticídio, assassinato em massa de civis. O T4 foi o primeiro projeto industrializado de assassinato médico da história. As primeiras vítimas foram bebês alemães deficientes e crianças menores de 3…. As próximas vítimas foram os doentes mentais, seguidos pelos idosos em lares de idosos. As operações assassinas eram metódicas e seguiam o protocolo com muito, muito cuidado.”

1. O CÓDIGO NUREMBERG

35. um código de ética médica baseado nas leis sob as quais os criminosos nazistas foram julgados nos EUA vs. Karl Brandt, et al. (Julgamento dos médicos de Nuremberg), por seu papel na condução de experiências médicas horríveis durante a Segunda Guerra Mundial. O Código de Nuremberg posteriormente constituiu a base para a Declaração de Helsinque de 1965, que obriga a Associação Médica Mundial e os médicos em exercício a “agir no melhor interesse do paciente [individual] ao fornecer cuidados médicos”.

36. O Artigo 21 do Estatuto de Roma estabelece as fontes jurídicas das quais o TPI pode recorrer. O estatuto define três fontes primárias de direito internacional; tratados internacionais, costumes internacionais e princípios gerais de direito reconhecidos por nações civilizadas. É reconhecido que as três fontes são de igual valor e que não há hierarquia entre elas. De acordo com o Estatuto, os meios subsidiários para a determinação das normas de direito são as decisões judiciais e os escritos acadêmicos. Além dessas fontes enumeradas, as normas jurídicas internacionais também podem ser criadas por atos unilaterais, como uma declaração ou uma reserva (Shabas William, An Introduction to the International Criminal Court, 155, (2017))

36a Sustentamos ao Tribunal que o Código de Nuremberg se qualifica como fonte de direito internacional por meio do Artigo 21 (1) (b) do Estatuto de Roma. O Artigo 21 (3) afirma que a aplicação e interpretação da lei “deve ser consistente com os direitos humanos internacionalmente reconhecidos”. Sustentamos que aquele ‘caso de julgamento do médico’ estabeleceu um precedente que deve ser utilizado para os fins deste pedido e apresentamos para consideração a noção de que o código de Nuremberg se qualifica como uma fonte de direito internacional segundo o princípio jus cogens.

37. Os elementos do direito internacional consuetudinário (jus cogens) incluem:

  • a ampla repetição pelos Estados de atos internacionais semelhantes ao longo do tempo (prática do Estado);
  • a exigência de que os atos ocorram por obrigação (opinio juris); e
  • que os atos são praticados por um número significativo de Estados e não rejeitados por um número significativo de Estados.

38. Em 1950, a Comissão de Direito Internacional listou como evidência do direito internacional consuetudinário: tratados, decisões de cortes nacionais e internacionais, legislação nacional, correspondência diplomática, opiniões de consultores jurídicos nacionais e a prática de organizações internacionais (“Relatório do International Comissão de Direito à Assembleia Geral (Parte II): Maneiras e meios de tornar a evidência do direito internacional consuetudinário mais prontamente disponível”, [1950] 2 YB Int’l L. Comm’n 367, ILC Doc. A / 1316).

39. i. Requisito de prática – Nós afirmamos que este requisito é satisfeito por meio dos fabricantes farmacêuticos que operam internacionalmente e o código de Nuremberg para a prática médica sendo estendido para códigos gerais de ética médica por ambos os estados, ONGs globais e aos quais todos os médicos e empresas farmacêuticas estão vinculados. O Código de Nuremberg não foi oficialmente adotado em sua totalidade como lei por nenhuma nação, no entanto, seu requisito básico de consentimento informado foi universalmente aceito e está articulado no direito internacional no Artigo 7 do Pacto Internacional das Nações Unidas sobre Direitos Civis e Políticos (1966). O consentimento informado, com dependência específica do Código de Nuremberg, também é a base das Diretrizes Éticas Internacionais para Pesquisa Biomédica Envolvendo Seres Humanos, as diretrizes mais recentes promulgadas pela Organização Mundial da Saúde e pelo Conselho de Organizações Internacionais de Ciências Médicas (1993).

40. ii. Exigência da Opinio Juris sive necessitatis – Sustentamos que o reconhecimento, aceitação, adoção e prática mundial dos padrões éticos do Código de Nuremberg por meio de códigos gerais de ética médica representam uma obrigação para os médicos e fabricantes de produtos farmacêuticos obedecerem aos princípios. Qualquer médico ou cientista pesquisador que viole qualquer um dos 10 princípios do código de Nuremberg enfrentará responsabilidade criminal, portanto, afirmamos que o requisito de opinião juris é satisfeito, qualificando o Código de Nuremberg como uma fonte de direito internacional sob o princípio da norma costumeira de Jus cogens.

41. É nossa intenção apresentar a vocês e detalhar como, no Reino Unido este ano, o Governo do Reino Unido, com seus ministros e altos funcionários violaram o Código de Nuremberg não apenas em um único aspecto, mas em muitos aspectos.

42. a) Consentimento informado para participar de um experimento médico

O primeiro princípio do Código de Nuremberg é a disposição e o consentimento informado da pessoa em receber tratamento e participar de um experimento. A pessoa deve ativar a liberdade de escolha sem a intervenção, seja por meio de força, dolo, fraude, ameaça, solicitação ou qualquer outro tipo de amarração ou coerção.

43. Quando os chefes do Ministério da Saúde assim como o Primeiro Ministro apresentaram a vacina no Reino Unido e iniciaram a vacinação dos residentes no Reino Unido, os vacinados não foram avisados ​​que, na prática, estariam participando de um experimento médico e que seu consentimento é exigido pelo Código de Nuremberg. Na verdade, trata-se de um experimento médico genético em seres humanos, realizado sem consentimento informado, sob uma ofensa grave e flagrante do Código de Nuremberg.

44. b) Tratamentos alternativos

– Em matéria de consentimento informado para tratamento médico, e com base nos princípios do Código de Nuremberg, existe a obrigação de detalhar e sugerir ao paciente várias alternativas de tratamento, detalhando o processo médico (e tudo o que está incluído nele), bem como o vantagens e desvantagens/benefícios e riscos, existentes em cada tratamento, para que possa tomar uma decisão pessoal inteligente quanto ao tratamento que prefere. Conforme declarado, essa escolha deve ser feita livremente pelo indivíduo.

45. Apesar de tudo o que foi dito acima, o Governo do Reino Unido e o Ministério da Saúde continuam a não apresentar aos cidadãos do Reino Unido as alternativas atualmente existentes para o tratamento de Covid 19. Tratamentos alternativos que já foram comprovados serem extremamente seguros e eficazes no tratamento da Covid 19 com uma taxa de sucesso de até 100% com os tratamentos alternativos mencionados acima. O governo do Reino Unido continua a solicitar seus cidadãos, pressionando e manipulando-os em flagrante violação do processo de consentimento informado, ocultando intencionalmente informações sobre as vacinas e criando uma atmosfera de medo e coerção.

c) O experimento será conduzido para evitar sofrimento ou lesão física.

46. Sabe-se que os tratamentos de ‘vacinação’ de m-RNA têm causado a morte de muitos, bem como lesões e danos graves (incluindo incapacidade e paralisia) após a ‘vacina’ ter sido administrada. Apesar disso, o governo não instruiu a abertura de uma investigação sobre o assunto. Também é questionável que, dada a natureza experimental dessas vacinações, não há nenhum relatório completo disponível do número de mortos ou feridos, como pode ser esperado em tal processo médico para o benefício do público que participa do experimento.

d) O experimento não deve ser conduzido quando houver razão para supor que ocorrerá morte ou lesão real.

47. – Relativamente à violação deste princípio, conforme referido acima, são suprimidos os dados sobre os casos de morte decorrentes do tratamento e nós, cidadãos, ouvimos apenas oralmente e nas redes sociais (amigos, vizinhos ou familiares) não nos meios de comunicação estatais.

e) O responsável pelo experimento deve estar preparado para encerrar o experimento em qualquer etapa, caso tenha causa provável para acreditar que causará lesão, invalidez ou morte do participante do experimento.

48. – Já foi comprovado que muitos morreram com os tratamentos com m-RNA, ficaram feridos ou ficaram incapacitados; no entanto, o governo do Reino Unido continua a obrigar seus cidadãos a essa experiência perigosa.

1. O ESTATUTO DE ROMA

49. É nossa intenção ainda apresentar a vocês e detalhar como, no Reino Unido este ano, o Governo do Reino Unido, com seus ministros e altos funcionários, violou o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional, não apenas em um único aspecto, mas em muitos aspectos.

ARTIGO 6 – Genocídio

50. De acordo com o Artigo 6 do Estatuto de Roma, – “genocídio” significa qualquer um dos seguintes atos cometidos com a intenção de destruir, no todo ou em parte, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso, como tal:

(a) Matar membros desses grupos:

51. – o grupo neste caso é, em princípio, “toda a população do Reino Unido” (e do mundo) começando pelos idosos, doentes crônicos e deficientes.

(b) Causar lesões corporais ou mentais graves aos membros do grupo:

52. – Efeitos comprovados a longo prazo 8 meses após a primeira infecção pelo vírus (Anexo 20)

53. – Dano massivo de curto prazo e morte por ‘vacinas’. Em 24 de novembro de 2021, para o Reino Unido 136.582 cartões amarelos foram relatados para a “vacina” da Pfizer, 238.086 foram relatados para a AstraZeneca, 19.101 para a Moderna e 1.280 foram relatados onde a marca não foi especificada. Isso é um total de 395.049 reações adversas relatadas apenas no Reino Unido, que foram graves o suficiente para justificar a notificação ao sistema de notificação do Cartão Amarelo (Anexo 20)

54. – Efeitos de longo prazo esperados como acima nos vacinados

55. – A evidência estatística sugere um aumento maciço nas mortes após a “vacinação” (Anexo 21)

56. – Dano mental incomensurável causado por propaganda de guerra psicológica 24 horas por dia, 7 dias por semana, testes de PCR falso positivos, falta de atendimento médico e vacinação em massa.

57. – Aumento de recaídas de alcoólatras, recaídas de transtornos alimentares e não tratamento na comunidade devido a bloqueios.

58. – O número de crianças vulneráveis ​​ligando para a ChildLine aumentou 37% em relação aos bloqueios (Anexo 22)

(c) Infligir deliberadamente ao grupo condições de vida, calculadas para provocar sua destruição física no todo ou em parte:

59. – Destruição de riqueza e negócios pelos bloqueios impostos (Anexo 23)

60. – Infligindo danos ao sistema imunológico de todos aqueles que adoeceram com o vírus e/ou receberam a ‘vacina’ m-RNA, os mandatos de máscara e os regimes de teste obrigatórios

61. As estatísticas provam que aqueles que receberam uma covid-‘vacina’ correm maior risco de adoecer gravemente e até mesmo os familiares dos vacinados adoecem e, em alguns casos, morrem. Este é um sinal extremamente alarmante do que o futuro reserva. (Anexo 24)

(d) Imposição de medidas destinadas a prevenir nascimentos dentro do grupo:

62. – Aumento comprovado no aborto espontâneo após uma vacinação com Covid m-RNA. Um estudo recente no New England Medical Journal mostrou que 8 em cada 10 mulheres tiveram um aborto espontâneo depois de tomar uma ‘vacina’ Covid antes do terceiro trimestre (Anexo 25)

63. – Redução esperada na fertilidade após uma Covid-“vacinação” devido à mudança deliberada no sequenciamento de DNA do m-RNA (Anexo 26)

ARTIGO 7 – Crimes contra a humanidade

64. De acordo com o Artigo 7 do Estatuto de Roma – Crimes contra a humanidade, significa qualquer um dos seguintes atos quando cometido como parte de um ataque generalizado ou sistemático dirigido contra qualquer população civil, com conhecimento do ataque:

(a) Assassinato:

65. – Estatísticas do Office for National Statistics (ONS) mostradas abaixo (também Anexo 27) registraram entre 2 de janeiro de 2021 e 2 de julho de 202l, 18.653 mortes em 21 dias após a primeira dose de uma vacina Covid – 4.388 (30%) de aqueles que envolvem o vírus Covid-19. 73.822 mortes 21 dias ou mais após a primeira dose – 7.289 (11%) das pessoas envolvidas com o vírus Covid-19. 11.652 mortes em 21 dias após uma segunda dose – 182 (1,5%) envolveram o vírus Covid-19 e 57.721 mortes 21 dias ou mais após a segunda dose – 458 (0,8%).

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 27 - Podcast Impacto Positivo

66. Outros dados do ONS mostrados nas tabelas abaixo (também Anexo 28) demonstram que houve um aumento de 23% nas mortes registradas em janeiro de 2021 em comparação com janeiro de 2020. Da mesma forma, com fevereiro de 2021 em comparação com fevereiro de 2020, houve um aumento geral mortes de 26%. Sabemos que as 19 ‘vacinas’ da Covid foram lançadas no Reino Unido em dezembro de 2020 e qualquer um que estivesse genuinamente disposto a tomar as ‘vacinas’ livremente e sem pressão política ou coerção o faria nas primeiras semanas de implementação, este aumento impressionante de mortes nas primeiras 8 semanas após a introdução das vacinas experimentais é alarmante para dizer o mínimo e justifica uma investigação completa por parte do tribunal.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 28 - Podcast Impacto Positivo

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 28 - Podcast Impacto Positivo

67. O protocolo no Reino Unido para um indivíduo com teste positivo para Covid-19 é isolar-se e ficar em casa até que você não consiga mais respirar, momento em que vai ao hospital para ser colocado em um ventilador e, na maioria dos casos, morrer. Um estudo (Anexo 29) de 1.023 pacientes covid-19 em ventiladores descobriu que 42% deles morreram e 57% sobreviveram. Sustentamos que a supressão de tratamentos alternativos seguros e eficazes para a Covid-19 equivale a assassinato e justifica uma investigação completa pelo tribunal.

68. Dados retirados do ONS abaixo mostram que durante abril de 2020 ocorreram 26.541 mortes em lares, um aumento de 17.850 na média de cinco anos. (Anexo 52)

69. O Liverpool Care Pathway foi abandonado em 2014 após ser considerado desumano, mas as evidências sugerem que ele foi trazido de volta no início da pandemia no início de 2020 e está sendo implementado em lares de idosos em todo o Reino Unido. Em um documento da House of Commons, Matt Hancock e o MP conservador Dr. Luke Evans discutem o uso de medicamentos para dar aos pacientes da Covid uma “boa morte” (eutanásia).

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 30 - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 30)

70. Em março de 202, Hancock pediu um sedativo chamado Midazolam para dois anos de um fornecedor francês (Anexo 31). Na época em que o pedido foi feito, alegou-se que o midazolam era para o tratamento de covid 19 pacientes – o midazolam suprime o sistema respiratório – o covid-19 é uma doença respiratória. Solicitamos que o tribunal realize uma investigação completa sobre o motivo pelo qual o governo do Reino Unido compraria midazolam por dois anos, um medicamento associado à supressão respiratória e parada respiratória, para tratar uma doença que causa supressão respiratória e parada respiratória.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 32 - Podcast Impacto Positivo

(Anexo 32)

71. O documento (Anexo 32) também fornece uma tabela confirmando que a dosagem de Midazolam para idosos ou enfermos não deve ser superior a 0,5mg-1mg, os efeitos colaterais incluem depressão cardiorrespiratória e o medicamento deve ser usado com cautela em quem sofre de doenças respiratórias.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 32 - Podcast Impacto Positivo

72. Um documento produzido pelo NHS (Anexo 33) afirma que Midalozam deve ser usado para conforto no final dos cuidados de vida devido ao Covid-19 para aliviar o medo, ansiedade e agitação. O documento afirma que o midazolam deve ser usado para sedação antes do paciente necessitar de ventilação mecânica. O mesmo documento também fornece a confirmação de que o midazolam tem o potencial de prejudicar o sistema respiratório, particularmente na presença de doenças ou na velhice, e afirma claramente que a dosagem deve ser mantida em um mínimo e deve estar de acordo com as diretrizes do fabricante.

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 33 - Podcast Impacto Positivo

73. Propomos que a criação de uma política para o tratamento de pacientes que supostamente sofrem de ansiedade devido à Covid-19 com uma dose inicial de 2,5 mg de Midazolam quando a dose recomendada para pacientes idosos e/ou frágeis é de 0,25 mg de eutanásia ilegal e assassinato e garante um total investigação pelo tribunal.

74. Além disso, um grande número de pessoas vacinadas está ficando gravemente doente e correm o risco de morrer por uma falha do sistema imunológico, aumento dependente de anticorpos, em um futuro próximo (Anexo 34)

(b) Extermínio:

75. Há uma boa razão para supor que uma grande porcentagem da população do Reino Unido (e da população mundial) está agora em risco de doença grave ou morte devido às recentes ‘vacinas’ de mRNA. Estudos em animais conduzidos em 2012-2013 (Anexo 35 e 36) para testar vacinas de mRNA descobriram que a maioria dos animais morreu dentro de 2 semanas de receber o tratamento, isso é equivalente a 1,5 anos para humanos. Os vacinados foram expostos à mesma “proteína produzida pelo homem” que o vírus. Foi comprovado que tanto o vírus quanto as vacinas são capazes de alterar o DNA humano (Anexo 37). É improvável que o sistema imunológico volte ao que era depois de receber uma “vacinação” cobiçada. Vários imunologistas de alto nível e criadores de vacinas, incluindo o candidato a este pedido, o Dr. Mike Yeadon, alertaram, no pior cenário possível, a maior parte da raça humana que recebeu esses tratamentos de m-RNA morrerá.

(e) Prisão ou outra privação severa de liberdade física em violação das regras fundamentais do direito internacional:

76. – Proibição da liberdade de viagens nacionais e internacionais

77. – Bloqueio forçado e guerra econômica – especialmente contra proprietários de pequenos negócios – obrigando as pessoas a depender do Estado para sobreviver

78. – Quarentena forçada em hotéis para testes de PCR saudáveis ​​e falso-positivos e testes de fluxo rápido no retorno de viagens internacionais.

79. – “Auto-isolamento” forçado a pedido do aplicativo NHS Track and Trace

80. – Grave privação das liberdades físicas em viagens, visitas a amigos, organização de festas, participação em atividades culturais e desportivas, congregações religiosas

(f) Tortura:

81. – O terror psicológico e a guerra (tortura mental) estão sendo administrados pelo governo, pela mídia estadual e pela grande mídia, juntamente com plataformas de mídia social como Facebook, Twitter, YouTube e Google.

(g) Estupro, escravidão sexual, prostituição forçada, gravidez forçada, esterilizações forçadas ou qualquer outra forma de violência sexual de gravidade comparável:

82. – Um efeito das ‘vacinas’ sugeridas por vários médicos e cientistas são ‘esterilizações forçadas’ com uma série de abortos espontâneos relatados por mulheres grávidas que receberam uma ‘vacina’ cobiçada (Anexo 38, 39)

(h) Perseguição contra qualquer grupo identificável ou coletivamente por motivos políticos, raciais, nacionais, étnicos, culturais, religiosos, de gênero, conforme definido no parágrafo 3, ou outros motivos que são universalmente reconhecidos como inadmissíveis pelo direito internacional, em conexão com qualquer ato referido neste parágrafo ou qualquer crime dentro da jurisdição do Tribunal:

83. – Perseguição contra não vacinados, perda de empregos, recusa a eventos públicos

84. – Perseguição contra todos os grupos religiosos impedidos de frequentar locais de culto

(j) Apartheid:

85. – O efeito real do novo ‘passaporte vacinal’ introduzirá uma nova forma de apartheid médico, em benefício de pressionar as pessoas a se vacinarem e privar os não vacinados do direito de viajar, trabalhar e participar na sociedade como normal.

(k) Outros atos desumanos de caráter semelhante causando intencionalmente grande sofrimento ou lesões graves ao corpo ou à saúde mental ou física:

86. – Medidas de distanciamento social, ordens de máscara, fomento do medo, pressão de vacinação, bem como as próprias ‘vacinas’, são todos motivos de sérios danos ao corpo, mente e alma.

ARTIGO 8 – Crimes de guerra

87. Elemento contextual de um crime de guerra – Propomos a você que uma guerra secreta foi travada contra o povo do Reino Unido (e do mundo) por meio do lançamento da arma biológica SARS-Cov-2 e da arma biológica adicional, m- ‘Vacinas’ da terapia gênica de RNA. Sustentamos que o povo do Reino Unido (e do mundo) está sob ataque sistêmico daqueles que lançaram as armas biológicas acima mencionadas e por aqueles indivíduos dentro do Governo do Reino Unido e líderes internacionais contra os quais apresentamos este pedido, que procuram servir a mesma agenda. Portanto, afirmamos que o elemento contextual de um crime de guerra foi atendido e os supostos crimes ocorreram no contexto de um conflito armado internacional e não internacional.

88. Elemento Mens Rea: Afirmamos ainda que os membros do governo do Reino Unido e líderes internacionais mundiais contra os quais apresentamos esta queixa, estão trabalhando conscientemente em nome desta agenda global para o despovoamento por meio de armas biológicas conhecidas como SARS-Cov-2 e as ‘vacinas’ de m-RNA. Propomos, portanto, que os membros do governo do Reino Unido e líderes mundiais contra os quais apresentamos esta queixa têm conhecimento e intenção com relação a esses crimes alegados.

89. O Tribunal terá jurisdição com respeito a crimes de guerra, em particular quando cometidos como parte de um plano ou política ou como parte de uma prática em larga escala de tais crimes.

90. De acordo com o Artigo 8 do Estatuto de Roma, “crimes de guerra” significa:

(a) Graves violações das Convenções de Genebra de 12 de agosto de 1949, ou seja, qualquer um dos seguintes atos contra pessoas ou bens protegidos pelas disposições da Convenção de Genebra pertinente:

(i) Matança intencional:

91. – Fornecemos dados estatísticos da taxa de mortalidade das ‘vacinas’ matando uma proporção relativamente grande de receptores, com números aumentando como resultado de mais ‘vacinas’ sendo administradas, é uma conclusão lógica que o uso contínuo dessas ‘vacinas’ constitui uma morte deliberada. Mesmo que as vítimas sejam predominantemente idosas, também temos uma proporção relativamente alta de mortes e danos para pessoas mais jovens e saudáveis.

92. – Fornecemos evidências de que o uso de 5 vezes a quantidade recomendada de midazolam para pacientes em asilos equivale a morte intencional

93. – Hidróxido de grafeno nas vacinas

(ii) Tortura

94. – O Cov-SARS-2 Virus é um “vírus de ganho de função” criado pelo homem. Ele foi criado como um “experimento biológico” no Instituto de Virologia de Wuhan durante um período de pelo menos 10-15 anos, de acordo com a enorme documentação aqui incluída. O vírus foi lançado, por acidente ou deliberadamente.

95. – O desenvolvimento de tal arma biológica é crime por mérito próprio.

96. – O uso de máscaras por mandato também constitui experiência biológica. Que causou danos maciços, conforme documentado no estudo Danish Mask (Anexo 40)

97. – O uso de pinos de teste e o uso de produtos químicos classificados como cancerígenos no nariz de milhões de humanos também são claramente um experimento biológico ou uma guerra.

98. – As chamadas vacinas são aprovadas apenas para uso emergencial, sendo que o uso massivo desses medicamentos de terapia gênica constitui o maior experimento biológico da história da humanidade e causando uma alteração irreversível no DNA, por meio da Vacinação.

99. – Tal experimento em nosso DNA é o pior crime já cometido contra a raça humana, totalmente sem consentimento informado.

(iii) Causando intencionalmente grande sofrimento ou lesões graves ao corpo ou à saúde:

100. – O uso forçado de máscaras faciais tem causado grandes prejuízos, tanto físicos quanto mentais.

101. – O fechamento de consultórios médicos claramente causou sérios danos ao corpo e à saúde com uma série de doenças graves que não foram diagnosticadas e/ou tratadas por meses devido aos fechamentos

102. – As vacinas comprovadamente matam e causam grandes danos à saúde, baseados apenas nos efeitos de curto prazo.

103. – A guerra psicológica, e a guerra econômica pelos lockdowns, aliadas à guerra médica e biológica causam imensos prejuízos à saúde.

104. – A negação do uso de medicamento eficaz (HCQ, Ivermectina), contra Cov-Sars2 é causa de lesões graves ao corpo ou à saúde e a causa de muitas mortes evitáveis ​​no Reino Unido

105. – Supressão de tratamentos alternativos

106. – Uso de ventiladores com baixa taxa de sucesso

107. – Midazolam usado para sacrificar idosos em lares de idosos

(iv) Extensa destruição e apropriação de propriedade, não justificada por necessidade militar e realizada ilegalmente e apenas deseja:

108. – A extensa destruição econômica da atividade empresarial, bem como da riqueza privada e da renda pessoal e empresarial devido aos bloqueios no Reino Unido, levou a uma apropriação massiva de propriedade privada pelos bancos, de pessoas que não são capazes de obter um rendimento normal devido a todos os efeitos dos bloqueios

109. – Uma transferência massiva de propriedade da classe média para os globalistas ultra ricos será a consequência dessas políticas em todo o mundo. Isso pode ser interpretado como a maior apropriação de terras e poder da história moderna.

(v) Direcionar ataques intencionalmente contra a população civil como tal ou contra civis individuais que não participam diretamente das hostilidades:

110. – O povo do Reino Unido (e toda a raça humana) está atualmente sob ataque por meio dessas medidas draconianas e da guerra biológica, que é parte integrante de uma guerra psicológica e econômica.

(iv) Lançar um ataque intencionalmente com o conhecimento de que tal ataque causará perda acidental de vidas ou ferimentos a civis ou danos a objetos civis ou danos generalizados, de longo prazo e graves ao ambiente natural que seriam claramente excessivos em relação ao vantagem militar geral direta e concreta prevista:

111. – A criação do vírus Cov-SARS-2 foi a pré-condição para o lançamento deste ataque.

112. – Existe uma linha do tempo que remonta à década de 1990 e ao primeiro vírus SARS1, quanto ao Vírus MERS. E tanto à pesquisa biológica militar dos Estados Unidos (DARPA), ligada a franceses, britânicos, australianos e, em grande medida, aos esforços chineses realizados durante mais de 15 anos.

113. – Existe uma ligação clara com a chamada Elite Globalista, o Clube de Roma, o WEF (Grupo Davos), os políticos Globalistas, os maiores Capitalistas do planeta, e seu plano de Agenda 2030 (ONU), OMS e “ a Grande Restauração ”.

114. – Essas pessoas falaram claramente da necessidade de um grande despovoamento global, e Bill Gates entre outros, afirmou que a Vacinação é uma forma de o fazer.

115. – Ganho de função A manipulação do vírus deu ao vírus propriedades que o tornam capaz de se espalhar 10-20 vezes em comparação com o SARS 1 e MERS e todos os outros vírus Corona. Os cientistas por trás dessa pesquisa de ganho de função criaram um vírus sintético perigoso, conforme documentado em anexo. Com um componente perigoso “Hiv GP120” para torná-lo dormente, como o HIV. (Anexo 49)

116. – O projeto parece ser uma conspiração global para mudar radicalmente tanto a paisagem demográfica quanto a política, por uma transformação de um sistema democrático em um mundo totalitário, a ser governado por uma elite centralizada não eleita.

117. – A destruição massiva de vidas, os efeitos da guerra econômica, ligada a uma suposta emergência médica, e uma operação de guerra psicológica massiva, com o objetivo inicial de lavagem cerebral da população para a aceitação da vacinação em massa, como único remédio para voltar a um menos do que a situação normal, e o único disponível o primeiro passo.

118. – O colapso econômico massivo está levando a um colapso financeiro de proporções épicas, fazendo com que estados e moedas, pelo menos na Europa, entrem em colapso total.

119. – Com base na ruína econômica e na catástrofe, é provável que a lei marcial seja introduzida, como resultado do colapso econômico e da agitação social que se aproxima. De acordo com a Lei de Defesa de 2020, novos poderes foram dados à polícia para “fortalecer os poderes de fiscalização para reduzir a propagação do vírus Corona, proteger o NHS e salvar vidas”

120. – A crise financeira muito provavelmente levará ao colapso de ambos os bancos e bancos centrais, e à perda de propriedade privada em grande escala, para o benefício apenas da elite ultra rica.

121. – As novas regras de resgate e os atrasos nos relatórios financeiros apenas atrasaram esse crash.

122. – Além de tudo isso, e outras medidas, os efeitos de médio e longo prazo tanto do Cov-SARS2, quanto das “Vacinas” logo ficarão aparentes, causando doenças massivas e mortes de proporções bíblicas, nunca vistas antes de.

ARTIGO 8 bis3 – Crimes de agressão

123. Para os fins deste Estatuto, “crime de agressão” significa o planejamento, preparação, iniciação ou execução, por pessoa em posição de efetivamente exercer controle ou dirigir a ação política ou militar de um Estado, de um ato de agressão que, por seu caráter, gravidade e escala, constitui uma violação manifesta da Carta das Nações Unidas.

124. Esta é uma conspiração criminosa global, que foi planejada por várias décadas.

125. Agora é óbvio que “o plano” envolve os ultra ricos e líderes da maioria dos Estados-nação, com algumas exceções. Também está claro que poderosos grupos de reflexão, incluindo o WEF em Davos, bem como o Clube de Roma, e outras ONGs como a OMS e a GAVI, entre outras, estão no centro desta conspiração criminosa draconiana. Sob o slogan oficial; “BUILD BACK BETTER”, usado pelo Presidente da OMS, pelo Presidente dos EUA, bem como pelo Presidente do WEF, pelo Primeiro Ministro do Reino Unido e por inúmeros outros líderes mundiais.

126. O objetivo desta atividade é criar uma nova ordem mundial, através da Agenda 2030 da ONU, desmantelando passo a passo todos os Estados da Nação Democrática, controlados por uma elite não eleita e destruindo as liberdades e direitos humanos básicos dos povos da Terra. Além disso, pretende-se destruir as pequenas e médias empresas, passando as quotas de mercado para as maiores corporações, propriedade da Elite Global. O cumprimento dessa meta provavelmente levará à escravidão total da humanidade.

127. Isso está sendo feito por meio da ameaça de uma arma biológica perigosa, o vírus, as vacinas, os pinos de teste, os mandatos de máscara e todas as outras medidas. Tudo isso constitui não apenas uma violação das leis nacionais, mas também uma violação fundamental da Carta das Nações Unidas e do Tratado de Roma e de nossos direitos humanos fundamentais.

128. É de extrema urgência que o ICC tome medidas imediatas, levando tudo isso em consideração, para interromper a implantação de vacinações secretas, introdução de passaportes de vacinação ilegais e todos os outros tipos de guerra ilegal mencionados neste documento atualmente sendo travados contra o povo do Reino Unido, por meio de uma liminar.

D. PEDIDO DE ABERTURA DE INQUÉRITO

129. Jurisdição

Supostos crimes dentro da jurisdição do tribunal

Com base nas informações disponíveis, há uma base razoável para acreditar que violações do Código de Nuremberg, genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra foram cometidos.

Local e data da alegada prática dos crimes:

Território:

130. – Os crimes anteriores teriam sido cometidos no território do Reino Unido (e do mundo)

131. – Sendo o Reino Unido um Estado Parte, o Tribunal pode exercer jurisdição sobre todos os alegados crimes cometidos no Território do Reino Unido desde 4 de outubro de 2000, independentemente da nacionalidade do arguido.

132. – Em particular, o artigo 12 (2) (a) dispõe que o Tribunal pode exercer a sua jurisdição sobre os crimes referidos no artigo 5, se o “Estado em cujo território ocorreu a conduta em questão” for Parte no Estatuto. Assim, uma vez que os supostos crimes identificados nesta Solicitação foram cometidos no território de um Estado Parte do Estatuto de Roma, o Tribunal tem jurisdição territorial sobre esses supostos crimes, independentemente de os supostos suspeitos serem nacionais de um Estado Parte (D. Akande, ‘The Jurisdiction of the International Criminal Court over Nationals of Non-Parties: Legal Basis and Limits’, Jrnl Int’l Crim Justice 1 (2003), pp. 618-650; G. Danilenko, ‘ICC Statute and Third States ‘, in A. Cassese, P. Gaeta & J. Jones eds., O Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional: Um Comentário, (2002), pp. 1871-1897).

133. – O suspeito não é obrigado a estar fisicamente presente no território de um Estado Parte quando um crime é cometido para que o Tribunal possa exercer jurisdição sobre a sua conduta, desde que o crime imputado ao suspeito tenha ocorrido dentro do confins de tal território (Procurador v. Saif Al-Islam Gaddafi e Abdullah Al-Senussi, Câmara de Recursos, “Julgamento sobre o recurso da Líbia contra a decisão da Câmara de Pré-julgamento I de 31 de maio de 2013 intitulada ‘Decisão sobre a admissibilidade do caso contra Saif Al- Islam Gaddafi ‘”, ICC-01 / 11-01 / 11-547-Red, 21 de maio de 2014, para. 62)

134. Data

– Os crimes alegadamente cometidos no território do Reino Unido entre …… .. e …… são da jurisdição do Tribunal ratione temporis

135. Admissibilidade

Complementaridade

a. Referências legais

O Artigo 17 (1) (a) e (b) estabelece um duplo teste de complementaridade:

136. (i) se, no momento do processo relativo a uma contestação de admissibilidade, existe uma investigação ou ação penal em curso sobre o mesmo caso a nível nacional (primeira parte); e, se a resposta for afirmativa,

137. (ii) se o Estado não deseja ou é realmente incapaz de realizar tais investigações ou processos (segunda parte) (Promotor v. Germain Katanga e Mathieu Ngudjolo Chui, Câmara de Recursos, “Julgamento sobre o Recurso do Sr. Germain Katanga contra o Oral Decisão do Tribunal de Primeira Instância II de 12 de junho de 2009 sobre a admissibilidade do caso ”, ICC-01 / 04-01 / 07-1497, 25 de setembro de 2009 (“ Sentença de Recursos de Admissibilidade de Katanga ”, parágrafos 1 e 75-79).

138. A inação de um Estado sob a primeira parte torna um caso admissível perante a Corte, sujeito a uma avaliação da gravidade de acordo com o artigo 17 (1) (d) (Sentença de Admissibilidade de Katanga, parágrafo 78). O Ministério Público conduz sua (s) determinação (ões) sobre complementaridade em relação aos casos potenciais que provavelmente serão o foco de uma investigação pelo Ministério Público.

139. As disposições de admissibilidade do Estatuto baseiam-se na relação complementar entre o TPI e as “jurisdições penais nacionais”. Como tal, em princípio, apenas as investigações criminais nacionais e / ou processos judiciais de um Estado podem desencadear a aplicação do artigo 17 (1) (a) – (c).

140. Gravidade

A avaliação da gravidade foi realizada tendo como pano de fundo os casos potenciais que provavelmente surgirão de uma investigação sobre a situação (Decisão do artigo 15 do Quênia, parágrafos 50, 58 e 188; Decisão do artigo 15 da Costa do Marfim, parágrafo 202 )

141. Uma avaliação da gravidade envolve um exame genérico para determinar se as pessoas ou grupos de pessoas relevantes para a avaliação capturam aqueles que podem ter a maior responsabilidade pelos supostos crimes cometidos. A avaliação também deve ser feita do ponto de vista quantitativo e qualitativo, e fatores como natureza, escala e forma de cometimento dos crimes alegados, bem como seu impacto nas vítimas, são todos indicadores da gravidade de um determinado caso (Quênia Artigo 15 Decisão, parágrafos 60-62; Côte d’Ivoire Artigo 15 Decisão, parágrafos 203-205; Geórgia Artigo 15 Decisão, parágrafo 51).

142. Consequentemente, as alegações da Promotoria sobre a gravidade referem-se a uma avaliação da gravidade de toda a situação, em vez da gravidade de um ou mais casos potenciais.

143. Com base nas informações disponíveis, os casos potenciais relativos a supostos crimes cometidos por membros do Governo do Reino Unido e líderes mundiais aqui mencionados são de gravidade suficiente para justificar novas ações por parte do Tribunal.

144. Os supostos crimes foram cometidos em grande escala, com relatos de assassinato praticado institucionalmente

145. Interesses da Justiça

A gravidade e extensão dos crimes cometidos no Reino Unido, evidenciada pelo número de pessoas que esses crimes afetam, que esses crimes continuam a ser cometidos, a ampla gama de perpetradores, os padrões recorrentes de criminalidade e as perspectivas limitadas de responsabilização em a nível nacional, todos pesam fortemente a favor de uma investigação.

146. As vítimas de supostos crimes no contexto da situação manifestaram seu interesse em que a justiça seja feita. Procuramos apurar os interesses das vítimas, por meio de consultas diretas às organizações de vítimas no Reino Unido, bem como por meio do exame de comunicações e informações disponíveis ao público.

147. À luz da gravidade dos atos cometidos e da ausência de procedimentos nacionais relevantes contra aqueles que parecem ser os mais responsáveis ​​pelos crimes mais graves dentro da situação, o caso potencial que resultaria de uma investigação da situação seria admissível . Tendo em conta a gravidade dos crimes e os interesses das vítimas, não existem razões substanciais para acreditar que uma investigação não serviria os interesses da justiça.

148. A experiência mostra que a impunidade é um fator que agrava a prática de crimes

149. A decisão de apreender a Câmara de Pré-julgamento para o início da investigação seria saudada pelos povos do Reino Unido e do mundo.

150. Esta decisão teria um papel particularmente útil, pois seria uma resposta aos crimes que estão sendo cometidos atualmente. Isso inevitavelmente traria uma mudança nas práticas, pelo menos no que diz respeito às vacinações obrigatórias e aos passaportes de vacina, e essa decisão salvaria vidas, limitando o número de novos feridos por esses tratamentos com m-RNA.

151. O pedido de investigação cumpre os critérios do Estatuto e constituirá um avanço na luta contra a impunidade e, em última instância, garantirá a sobrevivência da raça humana tal como a conhecemos.

152. E a justiça será feita

153. QUEREMOS REPETIR: É de extrema urgência que o ICC tome medidas imediatas, levando tudo isso em consideração, para interromper a implementação de vacinações secretas, introdução de passaportes de vacinação ilegais e todos os outros tipos de guerra ilegal mencionados neste documento que estão sendo travados contra o povo do Reino Unido por meio de uma injunção judicial IMEDIATA.

ANEXOS

1 https://www.heartmindhealing.org/wp-content/uploads/2021/07/Dr-Michael-Yeadon-Warning.pdf

2 https://www.bmj.com/content/370/bmj.m3374

2a https://assets.publishing.service.gov.uk/government/uploads/system/uploads/attachment_data/file/926410/Understanding_Cycle_Threshold__Ct__in_SARS-CoV-2_RT-PCR_.pdf

3 https://www.gov.je/government/freedomofinformation/pages/foi.aspx?ReportID=4517

3a

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 3a - Podcast Impacto Positivo

3b

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 3b - Podcast Impacto Positivo

3c

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 3c - Podcast Impacto Positivo

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 3c - Podcast Impacto Positivo

4 https://zenodo.org/record/4028830#.YaSgdS2cbUr

5 https://twitter.com/GOPoversight/status/1450934193177903105

6 https://theintercept.com/2021/09/06/new-details-emerge-about-coronavirus-research-at-chinese-lab/

7 https://www.cambridge.org/core/services/aop-cambridge-core/content/view/DBBC0FA6E3763B0067CAAD8F3363E527/S2633289220000083a.pdf/biovacc19_a_candidate_vaccine_for_covid19_sarscov2_developed_from_analysis_of_its_general_method_of_action_for_infectivity.pdf

8 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33772572/

9 https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/330987/WHO-nCov-IPC_Masks-2020.1-eng.pdf?sequence=1&isAllowed=y

10 https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0306987720333028

11 https://www.weforum.org/agenda/2020/06/now-is-the-time-for-a-great-reset/

12 https://www.centerforhealthsecurity.org/our-work/events/2018_clade_x_exercise/index.html

13 https://www.centerforhealthsecurity.org/event201/

14 https://www.centerforhealthsecurity.org/event201/recommendations.html

15 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33734044/

16 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC8248252/

17 https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa2023184

18 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33249945/

19 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33845715/

20 https://www.gov.uk/government/publications/coronavirus-covid-19-vaccine-adverse-reactions/coronavirus-vaccine-summary-of-yellow-card-reporting

21 https://www.gov.uk/government/publications/investigation-of-novel-SARS-cov-2-variant-variant-of-concern-20201201

22 https://www.bbc.co.uk/newsround/53355529

23 https://www.simplybusiness.co.uk/downloads/simply-business-report-covid-19-impact-on-small-business.pdf

24 https://academic.oup.com/cid/advance-article/doi/10.1093/cid/ciab465/6279075

25 https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2104983

26 https://www.pnas.org/content/118/21/e2105968118

27 https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/birthsdeathsandmarriages/deaths/articles/deathsinvolvingcovid19byvaccinationstatusengland/deathsoccurringbetween2januaryand2july2021

28 https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/birthsdeathsandmarriages/deaths/datasets/monthlyfiguresondeathsregisteredbyareaofusualresidence

29 https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0242651

30 https://committees.parliament.uk/oralevidence/288/default/

31 https://pharmaceutical-journal.com/article/news/supplies-of-sedative-used-for-covid-19-patients-diverted-from-france-to-avoid-potential-shortages

32 https://dailymed.nlm.nih.gov/dailymed/drugInfo.cfm?setid=d71724e5-0613-4e01-a589-433eb29a9bbb&audience=professional

33 https://www.uhb.nhs.uk/coronavirus-staff/clinical-info-pathways/clinical-info-pathways-downloads/End%20of%20Life%20Care%20for%20Patients%20with%20COVID-19.pdf

34 https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7943455/

35 https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0035421

36 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22536382/

37 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33330870/

38 https://www.mdpi.com/2076-2607/9/6/1318

39 https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2104983

40 http://www.acpjournals.org/doi/10.7326/m20-681741

41 https://fort-russ.com/2020/11/watch-dr-andreas-noack-arrested-in-brutal-display-of-german-lockdown-police-state/

42 https://www.bitchute.com/video/X9oMvf6dbhCi/

43 https://www.ons.gov.uk/aboutus/transparencyandgovernance/freedomofinformationfoi/deathsfromcovid19ofpeoplewithnounderlyinghealthconditionsbyage

44 https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/healthandsocialcare/conditionsanddiseases/articles/coronaviruscovid192020incharts/2020-12-18

45 https://www.ons.gov.uk/aboutus/transparencyandgovernance/freedomofinformationfoi/influenzadeathsin20182019and2020

46 https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/birthsdeathsandmarriages/deaths/bulletins/deathsduetocoronaviruscovid19comparedwithdeathsfrominfluenzaandpneumoniaenglandandwales/deathsoccurringbetween1januaryand31august2020

47

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 47 - Podcast Impacto Positivo

Nuremberg 2.0: o Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade vs o Covid-19 - Anexo 47 - Podcast Impacto Positivo

48 https://www.gov.uk/government/publications/freedom-of-information-responses-from-the-mhra-week-commencing-26-april-2021/freedom-of-information-request-on-use-of-ethylene-oxide-to-sterilise-swabs-used-in-testing-for-covid-19

49 https://onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/bies.202000240

50 https://www.globalresearch.ca/stop-the-covid-holocaust-open-letter/5755902

51 https://www.bitchute.com/video/KYbfbEfg2n98/

52 https://www.ons.gov.uk/peoplepopulationandcommunity/birthsdeathsandmarriages/deaths/articles/deathsinvolvingcovid19inthecaresectorenglandandwales/deathsregisteredbetweenweekending20march2020andweekending2april2021

O Código de Nuremberg e a experimentação com humanos

O Código de Nuremberg é um conjunto de princípios éticos que regem a pesquisa com seres humanos. Um dos resultados dos Julgamentos de Nuremberg, uma série de tribunais militares organizados pelos Aliados depois da Segunda Guerra Mundial para processar 24 membros proeminentes da liderança política, militar e econômica da Alemanha Nazista, o código possui 10 princípios básicos e determina as normas do consentimento informado e da ilegalidade da coerção. O código, portanto, regulamenta a experiementação científica e defende a beneficência como um dos fatores justificáveis sobre os participantes dos experimentos.

Embora o método científico permaneça como uma ferramenta extraordinária da construção do conhecimento, ‘a ciência’ nunca esteve livre dos viéses de confirmação que derivam da cultura e do tempo em que é exercida. Hoje, o capital das corporações exerce influência sobre o tipo de pesquisa, seus resultados e suas publicações, assim como sobre as agências reguladoras, que ao invés de regular, passam a funcionar como subsidiárias da indústria que deviam regular. Históricamente é o que aconteceu com a indústria do tabaco, do açúcar, dos ultraprocessados, dos agrotóxicos, da transgenia e não é diferente com as farmacêuticas hoje.

Questionar a ciência feita pelas farmacêuticas não significa negar ‘a ciência’, mas estar ciente de como as corporações e seu capital tem funcionado para corromper as instituições públicas, a mídia e as pessoas para garantir seus lucros.

Em minha opinião, de cidadão não especializado em assuntos legais, o contexto atual do passaporte sanitário fere vários dos princípios do Código de Nuremberg. Mas um processo recente movido contra as fabricantes e vários governantes no Tribunal Penal Internacional para crimes contra a humanidade, evidencia que um grupo de ativistas, cientistas e advogados também entende da mesma maneira o contexto atual.

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Como de costume aviso que não sou sanitarista, médico virologista ou biólogo e, portanto, as informações e opiniões que compartilho aqui não devem ser vistas como recomendações. Acredito que, ao compartilhar minhas decisões pessoais, essas reflexões valham como construção de um pensamento crítico, ecológico e sistêmico para outras pessoas.

Artigos anteriores sobre temas relacionados:

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1. O consentimento voluntário do ser humano é absolutamente essencial.
Isso significa que as pessoas que serão submetidas ao experimento devem ser legalmente capazes de dar consentimento; essas pessoas devem exercer o livre direito de escolha sem qualquer intervenção de elementos de força, fraude, mentira, coação, astúcia ou outra forma de restrição posterior; devem Ter conhecimento suficiente do assunto em estudo para tomar uma decisão. Esse último aspecto exige que sejam explicados às pessoas a natureza, a duração e o propósito do experimento; os métodos segundo os quais será conduzido; as
inconveniências e os riscos esperados; os efeitos sobre a saúde ou sobre a pessoa do participante que eventualmente possam ocorrer devido à participação no experimento.

O dever e a responsabilidade de garantir a qualidade do consentimento repousam sobre o pesquisador que inicia ou dirige um experimento ou se compromete nele. São deveres e responsabilidades pessoais que não podem ser delegados a outrem
impunemente.

2. O experimento deve ser tal que produza resultados vantajosos para a sociedade, que não possam ser buscados por outros métodos de estudo, mas não podem ser feitos de maneira casuística ou desnecessariamente.

3. O experimento deve ser baseado em resultados de experimentação com animais e no conhecimento da evolução da doença ou outros problemas em estudo; dessa maneira, os resultados já conhecidos justificam a condição do experimento.

4. O experimento deve ser conduzido de maneira a evitar todo sofrimento e danos desnecessários, quer físicos, quer mentais.

5. Não deve ser conduzido nenhum experimento quando existirem razões para acreditar que possa ocorrer morte ou invalidez permanente; exceto, talvez, quando o próprio médico pesquisador se submeter ao experimento.

6. O grau de risco aceitável deve ser limitado pela importância do problema que o pesquisador se propõe resolver.

7. Devem ser tomados cuidados especiais para proteger o participante do experimento de qualquer possibilidade de dano, invalidez ou morte, mesmo que remota.

8. O experimento deve ser conduzido apenas por pessoas cientificamente qualificadas.

9. O participante do experimento deve ter a liberdade de se retirar no decorrer do experimento.

10. O pesquisador deve estar preparado para suspender os procedimentos experimentais em qualquer estágio, se ele tiver motivos razoáveis para acreditar que a continuação do experimento provalvemente causará dano, invalidez ou morte para os participantes.

Estudos do Jornal Lancet dizem que não vale a pena estigmatizar não vacinados e que os programas de vacinação não controlam a disseminação do vírus.

O Jornal Lancet de Medicina publicou dois estudos recentemente que deixam claro que o passaporte sanitário não se justifica.

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Um estudo revelou que os programas de vacinação completa não estão controlando a disseminação do vírus. Os dados sugerem que altas taxas de vacinação não estão funcionando tão bem como muitos governos esperavam para controlar a disseminação.

  • A segunda onda na Inglaterra atingiu mais os lares completamente vacinados (25%) que os não vacinados (23%)
  • Infecções em pessoas acima de 60 anos na Alemanha subiram de 16.9% em julho para 58,9% em Outubro
  • 89% das infecções entre as semanas 39 e 42 (2021) na Inglaterra para o grupo acima de 60 anos estão entre as pessoas vacinadas e apenas 3.4% entre os não vacinados
  • A carga viral não diferiu entre os grupos vacinados e não vacinados
  • O DCC americano ressalta que 4 das 5 nações com maior transmissão tem mais de 84% dos elegíveis completamente vacinados.

Outro estudo do Lancet afirma que não é justificado estigmatizar os não vacinados. Temos cada vez mais evidencias mostrando que indivíduos vacinados continuam tendo um papel significativo nas transmissões. Em Massachusetts, durante vários eventos em julho, 74% dos casos estavam entre vacinados ou parcialmente vacinados e 79% desses casos foram sintomáticos.

O passaporte sanitário não se justifica, tem sido usado para dividir a população e dar ainda mais poder para governos centralizadores e corporações.

Como disse em um artigo recente: sua liberdade não vai até onde a do outro termina. Nossas liberdades alcançam e só podem ser mantidas até onde vai a das pessoas mais oprimidas.

As farmacêuticas investem 263 milhões de dólares por ano corrompendo parlamentares para votar para elas e lucram 450 BILHÕES por ano. Um retorno de 1.700 vezes o investimento só nos EUA.

O modus operandi é o mesmo das corporações do açúcar, tabaco, ultraprocessados, transgenia e agrotóxicos. São bilhões investidos todos os anos para manipular, esconder as pesquisas que demonstram os malefícios e criar uma narrativa “pró-ciência” vs negacionistas, quando na verdade é a ciência deles que nega o bem estar das pessoas e natureza.

Se fosse sobre saúde pública estaríamos implementando sistemas alimentares baseados na agroecologia e soberania alimentar para reverter as comorbidades causadas pela alimentação industrializada responsável por em torno de 80% dos casos graves e mortes. Estaríamos lutando para garantir que os medicamento fossem produzidos em nosso país pela saúde pública.

O passaporte sanitário é um mecanismo de controle dos Estados pelas corporações e das populações pelo estado para favorecer o capital!

Sua liberdade não começa onde termina a do outro! Sua liberdade alcança e só pode ser mantida até onde vai a dos mais oprimidos na sociedade!

August Landmesser - Podcast Imapacto Positivo

Em 1936 um trabalhador alemão se recusou a saudar Hitler. Ele era, supostamente, August Landmesser. August se filiou ao partido Nazista em 1931 com esperanças de conseguir um emprego. Em 1935 ele e Irma Eckler, uma mulher judia, noivaram, tiveram uma filha e ele foi expulso do partido. Em 1937 August e sua família tentaram escapar da Alemanha Nazista para Dinamarca, mas August foi acusado de “desonrar a raça”. Ainda assim o casal manteve abertamente seu relacionamento e em 1938 August foi preso e enviado para um campo de concentração. Sua esposa, Eckler, também foi presa e teve a segunda filha do casal enquanto era enviada para vários campos de concentração até que por fim foi levada para o Centro de Eutanásia de Bernburg onde foi assassinada junto com outras 14 mil pessoas.

A Dra. Julie Ponesse, professora de ética da Universidade de Huron em Ontário no Canadá conta que todo ano, ao mostrar a foto de August e perguntar se seus alunos fariam o mesmo, em torno de 80% deles dizem que sim. Mas segundo ela, as pesquisas da psicologia indicam que menos de 10% das pessoas conseguem se libertar da pressão por conformidade exercida por grandes grupos de pessoas.

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Com o tipo de artigo que tenho escrito, não sei por quanto tempo as redes sociais manterão meus perfis. Se você quer ficar em contato direto, pode se inscrever na mala direta aqui no site e no canal do podcast impacto positivo no Telegram.
Como de costume aviso que não sou sanitarista, médico virologista ou biólogo e, portanto, as informações e opiniões que compartilho aqui não devem ser vistas como recomendações. Acredito que, ao compartilhar minhas decisões pessoais, essas reflexões valham como construção de um pensamento crítico, ecológico e sistêmico para outras pessoas.

Artigos anteriores sobre temas relacionados:

Se você gotaria de interagir sobre os artigos e traduções que publico, entre em contato educadamente e não envie links sem se dar o trabalho de desenvolver uma linha de raciocínio própria. Se sua mensagem/comentário não for respeitosa, ela será ignorada ou deletada.

Não tem sido diferente com os povos indígenas que vêm sendo dizimados por todo o mundo. A liberdade desses povos de viver como querem, atrapalha o avanço do capital sobre a natureza! A grande maioria de nós condena e repudia esse genocídio, mas segue adormecida no que toca ações reais em defesa desses povos e focada em “vencer” na sociedade de consumo.

O maior holocausto de todos os tempos não aconteceu porque a maioria era racista. Aconteceu porque a elite financeira se beneficiava da escravidão, financiava a produção científica da época, era protegida pelo status quo e a igreja (a mídia da época) e os dissidentes ficaram submissos.

No segundo maior holocausto, mais de 6 milhões de judeus foram assassinados por Hitler. Mas isso não teria sido possível sem o silêncio do padeiro, da enfermeira, do açougueiro, da vizinha, do médico, etc. enquanto o plano nefasto se desenrolava.

A maioria das pessoas não se sente segura quando se alimenta com produtos transgênicos produzidos com agrotóxicos cancerígenos. De fato, as epidemias de doenças causadas pelos agrotóxicos e os alimentos ultraprocessados, hoje matam mais que o COVID-19. No entanto grandes somas de dinheiro passaram a ser injetadas à partir da década de 30 do século passado para garantir que as pesquisas em biologia molecular caminhassem para a transgenia, que a propaganda apresentasse esses desenvolvimentos como avanço para humanidade e que o lobby fizesse com que esses cientistas fossem laureados com o prêmio Nobel.

É por conta da maneira como Judeus foram usados como cobaias por uma ciência que beneficiava uma agenda racista e hegemônica que temos o Tratado de Nuremberg assegurando os princípios éticos da pesquisa com seres humanos.

Foi em função da promoção de uma ciência que coloca em risco a vida das pessoas, do animais e a integridade da natureza pelas farmacêuticas que a Declaração Universal Sobre Bioética e Direitos Humanos foi aprovada assegurando, entre outros direitos inalienáveis, que “qualquer intervenção médica preventiva, diagnóstica e terapêutica só deve ser realizada com o consentimento prévio, livre e esclarecido do indivíduo envolvido, baseado em informação adequada” (art. 6a da Declaração Universal sobre Bioética e Direitos Humanos).

Mas foi em nome do controle da população e do aparelhamento dos estados para favorecer corporações e seus lucros exorbitantes que muitos países aprovaram leis “emergenciais” suspendendo esses direitos humanos inalienáveis.

Quando alguém defende arbitrariedades, imposições e segregação porque não concorda com a maneira com que outras pessoas lidam com a crise atual, na verdade está enfraquecendo sua própria liberdade. O que está defendendo mesmo é o aparelhamento do estado para controlar a população, é a impunidade das farmacêuticas e o poder de um grupo muito pequeno de pessoas determinar como a grande maioria pode ou deve viver.

No contexto atual, quem apoia os passaportes sanitários, não está defendendo um pacto coletivo, está sendo conivente com a opressão de direitos humanos inalienáveis. Talvez seja por incapacidade de entender o totalitarismo que se desenrola em nome do capital. Mas vejo que para a maioria, é por achar que vale a pena ser cobaia de experimentos médicos e de controle social para “voltar ao normal”. O “normal” que dizimou negros, indígenas e judeus e dessacraliza a natureza em prol de um viver onde a liberdade é definida pela capacidade de consumo.

Um pacto coletivo que submete toda a população do planeta, inclusive crianças à partir dos dois anos de idade (como recomendam “as autoridades“) aos riscos de lesão e morte oferecidos por uma ciência fraudada como mostram as publicações do Jornal de Medicina Britânico, não é pacto, é coação!

Um pacto coletivo que submete todas as pessoas ao risco e os dissidentes à segregação enquanto lucros anuais na casa dos 450 bilhões de dólares se concentra nas mãos de meia dúzia de corporações, não é pacto coletivo é subserviência ao neoliberalismo.

Se não lutarmos para que a liberdade seja realmente de todos, estaremos deixando corporações e democracias sem representatividade definir até onde nossas liberdades alcançam. Exatamente o tipo de apatia que permite o genocídio dos povos indígenas, que permitiu a escravidão, o holocausto e o apartheid econômico que vivemos.

Lembre-se: a sua liberdade não começa onde termina a do outro. Sua liberdade alcança e só pode ser mantida até onde vai a liberdade das pessoas mais oprimidas na sociedade!

Mais do que nunca precisamos que a maioria que ao olhar para o passado acredita que agiria como August Landmesser, faça isso no presente.

Pense bem em que lado da História você quer estar!