O “home office” muda o lugar a partir do qual trabalhamos, mas não muda como o trabalho cada vez mais especializado nos torna sempre mais dependentes. Nossa casa passa a funcionar para as corporações com custos altíssimos para nossa saúde e famílias. A economia informal, a dádiva e o escambo que podem ser nutridos à partir de nossos lares, por outro lado, criam uma viabilidade que funciona para a gente. Além disso, criam habilidades generalistas que tem mais probabilidade de garantir dignidade, autonomia, saúde e resiliência frente a um colapso energético mais acentuado.
O “home office” prega liberdade geográfica em uma lógica econômica predatória. As atividades generalistas que desenvolvemos à partir do lar reforçam nossos laços familiares e cultura de pertença ao território. Precisamos repensar a noção de sucesso, o papel da família e a função do lar para enfrentar o declínio energético. Nos tempos atuais, nosso sucesso deve tornar o caminho de declínio energético em uma maneira de termos mais saúde, conexão com as pessoas amadas e intimidade com a natureza.
Esse é o tema dessa semana na série de vídeos que venho fazendo para colaborar com as maneiras como podemos nos preparar para os efeitos da guerra dos EUA contra o Irão e um provável declínio energético ainda mais acentuado daqui para frente.
O Programa Êxodo Urbano Urgente foi desenvolvido para apoiar as pessoas que estão dispostas a montar um plano estratégico e realizar sua transição ecológica com segurança e antes que o cenário econômico fique ainda mais caótico. As inscrições para a nova turma que terá uma consultoria comigo de bônus, estão abertas até essa quarta dia 08 de abril.
Além de receber o livro Meu Caderno de (ida para o) Campo (ainda sendo produzido), essa turma vai ter uma consultoria para revisar os planos estratégicos ao vivo comigo.
Você pode acessar o programa por esse link: